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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Nossa sucessão segundo a The Economist

Há uns 10 anos assino essa revista. É um prazer recebê-la a cada domingo.
Leio sobretudo, assim que recebo, os artigos sobre as Américas e depois, ao longo da semana, me delicio com coisas "disparatadas" como a decodificação genética da longevidade extrema, a acidificação dos oceanos, a vida sagrada e profana de Michelangelo Merisi (o pintor conhecido pelo apelido de Caravaggio) ou a situação política do Líbano ou do Quirquistão.
No fascículo dessa semana, eles me brindaram com três longas páginas (normalmente um artigo tem menos de meia) sobre a sucessão presidencial brasileira.
O título (talvez mal traduzido) é "Nas pegadas de Lula". A foto (que ocupa quase meia página) é de uma enorme cara da Dilma (estampada num cartaz de um evento) com o perfil de Lula (vê-se que é sua sombra provocada por um holofote em um suposto palco ou palanque) sobre a porção inferior do queixo da ex ministra.
O subtítulo é: "Dilma Rousseff está cruzando em direção à vitória sobre a grinalda de um presidente popular. Mas há mais em jogo na eleição de Outubro do que o que podemos ver."
Finaliza o artigo com a constatação de que Serra quer um estado mais enxuto, com mais iniciativa e investimento privado, que reduziria a taxação aos cidadãos. Em contraposição, diz que Dilma deixará os juros e os impostos caírem mais gradualmente e intervirá de forma mais clara na política industrial e na distribuição de renda.
Eu quero distribuição de renda em primeiro lugar.
E em segundo e em terceiro!

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