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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Violência, não!

Não gosto do Serra, das táticas do PSDB, da guerra de dossiês, dos ataques contra a honra e o passado da Dilma. Não gosto.
Não gosto de sair na rua com o adesivo da Dilma no peito e escutar opiniões antigas como "você quer o comunismo no Brasil?" ou ouvir imprecações contra a candidata e o partido.
Aprendi a responder as respostas de "Deus me livre!", à pergunta "Vamos votar na Dilma?", com um equivalente "Deus te abençoe!".
Por isso não gosto quando um grupo de petistas tenta barrar a passagem de Serra e de seus correligionários. Posso até imaginar que os seguranças foram ríspidos, mas não sei o que o "Mata Mosquito" queria, além dessa burrice de vitimizar o Serra.
Deixa esse tucano do bico grande e idéias mesquinhas passar, deixa o Sérgio Guerra e o Eduardo Jorge Caldas Pereira espernearem.
Brigar na rua, jogar fita crepe (que bom que não foi uma miniatura de metal como a que estraçalhou os dentes do Berlusconi) ou pedras em outrem (principalmente adversários políticos) não tá com nada. O nível tem que ser outro. E o estrago só não é maior porque nota-se que é um ato isolado de um grupo mais exaltado. Os detalhes não importam tanto, pois não é "prática petista" (eu que já tomei esfrega de PM´s em Marília em 1980, que quase apanhei de "colloridos" na rua no centro de Campinas em 1989, que já apanhei de polícia no centro de Campinas em 1987, que já corri de bomba de gás e de cavalaria na porta do Palácio dos Bandeirantes em 1988 sei que a repressão às idéias e protestos alheios é quase exclusividade dos ditadores e seus asseclas de plantão). Não me envolvi em briga nem na escola primária.
E viva Chico Buarque, viva Leonardo Boff e todo mundo que foi apoiar a Dilma anteontem no Rio!

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