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"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Nem jacaré faz isso, ainda mais 8 vezes!


Gorda louca francesa inventa método pósceptivo: sufocar e enterrar!

Criatividade no Elpais.com

Oh, coitado!

A CBF pagará pouco mais de R$ 300 mil por mês para o novo técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, segundo a Folha apurou.
O valor do salário é inferior ao que o treinador recebia no Corinthians (R$ 350 mil).

Mortes evitáveis de recém nascidos...

Dados do Ministério da Saúde apontam mudança no perfil da mortalidade infantil no país. Em 1990, bebês com até 28 dias respondiam por 49% do total da mortalidade de crianças com até um ano de idade. Em 2008, a participação saltou para 68% (alta de 39%), informa reportagem de Cláudia Colluci, publicada nesta sexta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes dos jornal e do UOL).
Em 20 anos, o Brasil reduziu as mortes infantis (até um ano) em 54% (26,7 por mil em 2008) graças a programas de vacinação e saneamento, entre outros fatores. Na faixa dos neonatais, porém, pesam fatores estruturais não resolvidos, como pré-natais deficientes e falta de UTIs neonatais.
Para o governo, 70% das mortes de recém-nascidos seriam evitáveis.
Temos que trabalhar para ter uma saúde, se não sueca, cubana!
(Nesses países os índices de mortalidade infantil são muito menores ou menores que 10 por mil!).

Rol de terens úteis e inúteis

Pregar posteres do Deputado Federal Paulo Teixeira (PT, número 1398) nos vidros da sala e da lavanderia, colar um adesivo do Paulo Teixeira no parachoque traseiro do carro, "reformar" (retirar as pétalas mais murchas das) rosas do vaso, comprar e trocar uma lâmpada de 40W, 1 metro e vinte, da cozinha, acender uma vela (vivo acendendo velas, de vez em quando incenso), espargir água de flor de laranjeira, limpar o mijo do Gil no banheirinho do fundo, pegar penugens de cobertor no sofá, descascar uma laranja e chupá-la, tirar os lixos recicláveis e o orgânico, sonhar, ler o livro sobre a época brasileira do Maurício de Nassau, lubrificar tesouras, separar o material de campanha do Paulo Teixeira, mandar emails para os dois Maurícios sobre esse material.
De inútil: esperar, esperar, esperar.

Coisas e trens

Pegar, quase na esquina da 9 com a Bandeira, o relatório do Doutor Paulo Guerra para pedir reembolso odontológico do Sulamérica, ir na Rua da Mata pegar boleto da parcela do IPTU. Depois, nada a fazer. Hoje vem a faxineira Lucineide e me nego a ficar fazendo o serviço dela, é uma questão social!
Sudoku e palavras cruzadas do Estadão de ontem (para isso o jornal de ontem serve).
Ir na Yoga, lá em baixo na Iraci?
Pagar aula avulsa ou o mês?
Vai ter que ser na fichinha de aula avulsa, sem regularidade que estou...
Ir ver mais um filme brasileiro (ontem vi "O Grão", de Petrus Cariry, triste e bom).
Será que hoje vejo "Em Seu Nome"?
A vida "pacata" (extremamente estressante) de desempregado, todas aquelas imagens neo-realistas, expressionistas, góticas e paulistanas, o povo indo e vindo nos rushs.
A cidade "pacata" (janeiro e julho são os meses mais calmos), férias escolares e meio que gerais, Campos e Guarujás mais cheios.
E eu sonhando empregos.
Ou será que perdi a capacidade de sonhar?
Sonhar demais nos embota. E de menos nos mata!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Miedo

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Medo... que dá medo do medo que dá

Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis