Já tinha virado meu chapa.Sempre eu atrás dele na imobiliária DM Imóveis na Pracinha da Bíblia.
Ligo lá e a Liamara me informa que um enfarto quase fulminante o pegou.
Vários dias de UTI, quase duas semanas internado, voltando prá casa só agora.
Com 49, podemos dizer que teve "enfarto de jovem", os mais perigosos.
Torço para que o amigo se recupere, consternado!
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
Postagem em destaque
"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
quarta-feira, 2 de março de 2011
Taboão da Serra
Terra do Doutor Evilásio, caminho do Sul, Br 116!
Vou ligar pro Darci, da Imobiliária DM de Cajati, vou talvez ir por ali...
Cheio de coisas, cheio de idéias.
Passado, presente e futuro.
O que será?
O que foi feito?
De vera?!
Vou ligar pro Darci, da Imobiliária DM de Cajati, vou talvez ir por ali...
Cheio de coisas, cheio de idéias.
Passado, presente e futuro.
O que será?
O que foi feito?
De vera?!
Rafard
Rafard é uma cidade que faz produto químico de sabugo, de bagaço.
Furfural.
Mas lá os pintinho faiz pir pir
E os gatinho faiz miar!
Furfural.
Mas lá os pintinho faiz pir pir
E os gatinho faiz miar!
Nova Esperança - PR
Nova Estação
Nova esperança, bate coração
Renascer cada dia
Como a luz da manhã
Despertar sem medo, enganar a dor
Disfarçar essa mágoa
Que anda solta no ar
Ter que acreditar no regresso da estação
Como o sol volta a brilhar
Como as chuvas de verão!
Ter que acreditar só pra ter razão
De sonhar
Mais uma vez
Nova esperança, bate coração
Renascer cada dia
Como a luz da manhã
Semear a terra certo de colher
Da semente o fruto
Depois descansar
Luiz Guedes e Thomas Roth
Nova esperança, bate coração
Renascer cada dia
Como a luz da manhã
Despertar sem medo, enganar a dor
Disfarçar essa mágoa
Que anda solta no ar
Ter que acreditar no regresso da estação
Como o sol volta a brilhar
Como as chuvas de verão!
Ter que acreditar só pra ter razão
De sonhar
Mais uma vez
Nova esperança, bate coração
Renascer cada dia
Como a luz da manhã
Semear a terra certo de colher
Da semente o fruto
Depois descansar
Luiz Guedes e Thomas Roth
terça-feira, 1 de março de 2011
Águas de Março
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.
Tom Jobim
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.
Tom Jobim
Meu menino
Se um dia você for embora
Não pense em mim
Que eu não te quero meu
Eu te quero seu
Se um dia você for embora
Vá lentamente como a noite
Que amanhece
Seem que a gente saiba
Exatamente
Como aconteceu
Se um dia você for embora
Ria se teu coração pedir
Chore se teu coração mandar
Mas não esconda nada
Que nada se esconde
Se por acaso um dia você for embora
LEVA O MENINO QUE VOCÊ É.
Ana Terra e Danilo Caymmi
Não pense em mim
Que eu não te quero meu
Eu te quero seu
Se um dia você for embora
Vá lentamente como a noite
Que amanhece
Seem que a gente saiba
Exatamente
Como aconteceu
Se um dia você for embora
Ria se teu coração pedir
Chore se teu coração mandar
Mas não esconda nada
Que nada se esconde
Se por acaso um dia você for embora
LEVA O MENINO QUE VOCÊ É.
Ana Terra e Danilo Caymmi
José Ursílio é bate pau!
Era um pusta oposicionista.
Quer dizer: se fazia de...!
Agora fica falando bem do Bulgarelli!
Lambendo o saco desse chechelento!
(E não há anti-camarinismo que me impeça de ter nojo desse grosseirão que é o Prefeito de Marília).
Vão se fuder! O Bulga e o Zé Ursulino!
Que que é que vão te dar, ô "Ursinho "Gente Fina""??
Um carguinho de Vereador!?
Foda-se!
Jornalista de Merda!
Quer dizer: se fazia de...!
Agora fica falando bem do Bulgarelli!
Lambendo o saco desse chechelento!
(E não há anti-camarinismo que me impeça de ter nojo desse grosseirão que é o Prefeito de Marília).
Vão se fuder! O Bulga e o Zé Ursulino!
Que que é que vão te dar, ô "Ursinho "Gente Fina""??
Um carguinho de Vereador!?
Foda-se!
Jornalista de Merda!
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