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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Os Açores

Outro dia via um programa de gastronomia ("Anthony Bourdain Sem Reservas") que se passava nesse arquipélago "portugês"...
Só usei as aspas porque, apesar de plenamente português, a vida insular numa rota marítima tão movimentada (digamos que é, e já foi mais, uma parada muito importante entre a Europa Ocidental e a América do Norte) sempre fez desses ilhéus um povo cosmopolita, em que pese o isolamento de algumas ilhas. Tem uma forte presença da cultura açoriana na Costa Leste dos EUA.
Mas antes disso, esse povo tão querido fundou a "nossa" Florianópolis.
E foi com muita alegria que vi um ponto pulsando no Revolver Maps ("Quem está aí?") aqui desse blog, com a linda bandeira portuguesa e o nome (em inglês): Horta/Azores.
Imagino como é essa "vila" de Horta...Tive o privilégio de conhecer as Ilhas Canárias (Tenerife e a Gran Canária), que são "mais espanholas" e "sul americanas". Mas me faltam a Madeira e os Açores, essas últimas mais nórdicas, mais expostas aos frios do Atlântico dos bacalhaus, sem bananeiras e sem tanta cana, plantas que vieram da Ásia passando por ali, dominaram esse Brasilzão e me acompanham até aqui num "apertamento" em Sampa...
Mundo, mundo, vasto mundo...sorte que a língua portuguesa, a lusitana, faz de mim participante de uma grande comunidade humana. Podemos falar e, sendo tao díspares, ainda ter tanto em comum. Não só no que sai da boca, mas no que entra (ah, os sabores da terrinha, metrópole ou arquipélagos!).
Mas o que mais nos une são outra coisa: coisas da alma!

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