Em 1984, na viagem que fiz a o Nordeste com o João Féres, em Aracaju havia uma polêmica enorme sobre se liberaram ou confiscavam a licença de uso desse singelo confeito popular naquele estado então.
Chupar Xibiu, lá nessa época, virou uma febre. Mesmo quem não chupou Balas Xibiu, como era meu caso, ouviu o buxixo, o forfé, a quizumba.
Agora resgato essa palavra pátria, um indigenismo, que tem dois signifacados quase antônimos e conexos: sexo feminino e diamante. O primeiro (xibiu na acepção de vagina ou buceta) vai desde coisa ótima (a vagina que se deseja) a coisa execrável (vagina suja ou coisa embucetada, ruim)...
Já os diamantes são para sempre, pelo menos pros De Beers e Openheimers!
Nenhum comentário:
Postar um comentário