O Brasil em terceiro, depois de EUA e Cuba.
À frente de Canadá, o México dono da casa, Colômbia e Argentina.
Melhorar sempre!
Potência olímpica emergente!
Vamos prá Londres 2012!
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Palhaço, de Selton Mello
O novo filme desse jovem diretor que amadurece já valeria a pena pela dupla deste (como Benjamim Savala e o palhaço Pangaré) com o grande Paulo José (no personagem de seu pai Valdemar e o palhaço Puro Sangue).
Mas o filme trás um elenco onde as contribuições de Moacir Franco, Fabiana Karla, Jorge Loredo, Jackson Antunes, Tonico Pereira e Ferrugem não passam desapercebidas, seja pelas participações em si, seja pelas icônicas homenagens à ingenuidade, à mistura de origens e devires e infinda malandragem dos brasileiros.
O filme se engrandece ao mostrar um Brasil caboclo, brega, cortador de cana, sem RG e CPF, sem comprovante de residência, um país onde não sabemos se é domingo ou segunda, se estamos no norte de Minas ou no interior do Paraná, se a década é de 60, 70, 80 ou 90, 2000 ou 2010!
Onde possuir um ventilador e a massa quase falida de um circo mambembe é o supra sumo da riqueza, que nos retira da categoria de despossuídos.
E no meio da tristeza do palhaço sem graça, sem achar uma mulher para roubar (até que sua bóia-fria o encontre, repetindo a história paterna), a alegria retorna ao picadeiro com a cumplicidade de pai e filho e com a revelação de mais um talento, na figura eterna de uma criança circense que estréia no picadeiro para gáudio dos pais e de toda comunidade circense levando as plateias das arquibancadas e dos cinemas ao riso puro e às lágrimas candentes!
Mas o filme trás um elenco onde as contribuições de Moacir Franco, Fabiana Karla, Jorge Loredo, Jackson Antunes, Tonico Pereira e Ferrugem não passam desapercebidas, seja pelas participações em si, seja pelas icônicas homenagens à ingenuidade, à mistura de origens e devires e infinda malandragem dos brasileiros.
O filme se engrandece ao mostrar um Brasil caboclo, brega, cortador de cana, sem RG e CPF, sem comprovante de residência, um país onde não sabemos se é domingo ou segunda, se estamos no norte de Minas ou no interior do Paraná, se a década é de 60, 70, 80 ou 90, 2000 ou 2010!
Onde possuir um ventilador e a massa quase falida de um circo mambembe é o supra sumo da riqueza, que nos retira da categoria de despossuídos.
E no meio da tristeza do palhaço sem graça, sem achar uma mulher para roubar (até que sua bóia-fria o encontre, repetindo a história paterna), a alegria retorna ao picadeiro com a cumplicidade de pai e filho e com a revelação de mais um talento, na figura eterna de uma criança circense que estréia no picadeiro para gáudio dos pais e de toda comunidade circense levando as plateias das arquibancadas e dos cinemas ao riso puro e às lágrimas candentes!
Sábado novo
De novo
Uma manhã de paz
De novo
Um dia de preguiça
De novo
Gorgeios de sabiás, bem te vis
Arrulhos de pombas e pios dos pardais
De novo
A vida viçosa
Viscosa
Correndo
Grossa, túrgida
Cheia
De vigor
Uma manhã de paz
De novo
Um dia de preguiça
De novo
Gorgeios de sabiás, bem te vis
Arrulhos de pombas e pios dos pardais
De novo
A vida viçosa
Viscosa
Correndo
Grossa, túrgida
Cheia
De vigor
Saudade
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas a amada já...
(CRT c do facebook do meu irmão mais velho, Alexandre!)
é quando o amor ainda não foi embora,
mas a amada já...
(CRT c do facebook do meu irmão mais velho, Alexandre!)
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Veneza
Dei uma escapadinha na azáfama cotidiana e fui ver um filme da mostra.
O acaso me levou a "Veneza".
Na Polônia de 1939, uma família aburguesada, a mãe frívola e suas três irmãs que acabam se reunindo na casa rural dos pais quando irrompe e "Blitzkrieg"...o menino de internato, sensível, fascinado como toda família pela mítica cidade italiana que dá nome ao filme...sonhando ainda em ir conhecê-la ao vivo enquanto a devorava em mapas e maquetes!
Os horrores da guerra, onde a Polônia só se ferrou: para os alemães eram uma escória eslava, para os soviéticos eram uns cristãos direitistas.
Isso sem contar a delicada relação dos católicos com a enorme comunidade judaica que ali habitava milenarmente...
Um grande filme triste que só nos faz perceber como as feridas de quase 70 anos ainda estão abertas!
O acaso me levou a "Veneza".
Na Polônia de 1939, uma família aburguesada, a mãe frívola e suas três irmãs que acabam se reunindo na casa rural dos pais quando irrompe e "Blitzkrieg"...o menino de internato, sensível, fascinado como toda família pela mítica cidade italiana que dá nome ao filme...sonhando ainda em ir conhecê-la ao vivo enquanto a devorava em mapas e maquetes!
Os horrores da guerra, onde a Polônia só se ferrou: para os alemães eram uma escória eslava, para os soviéticos eram uns cristãos direitistas.
Isso sem contar a delicada relação dos católicos com a enorme comunidade judaica que ali habitava milenarmente...
Um grande filme triste que só nos faz perceber como as feridas de quase 70 anos ainda estão abertas!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Banzo em Cajati
Céu plúmbeo e chuva contínua.
Vou visitar a velha casa onde vivemos uma década e meia.
Está vazia de tudo, principalmente de vida...
Onde estão meus meninos, a mulher jovem e eu moço?
Não os encontro.
E essa tristeza se gruda como gosma desgostosa no céu da boca da minha alma.
As cortinas enroladas são fantasmas vaporosos e inúteis que vem do passado arrastar suas correntes.
Nós não habitamos mais em nós...
Peço a Deus Todo Poderoso e inexistente que tire de mim essa nostalgia infinda.
Nada!
Vou dormir triste, sem aceitar as dicotomias que se apresentam.
Passado e futuro, fé inquebrantável e descrença, permanência e curso dos fatos...
Eu era só a saudade de mim mesmo!
Vou visitar a velha casa onde vivemos uma década e meia.
Está vazia de tudo, principalmente de vida...
Onde estão meus meninos, a mulher jovem e eu moço?
Não os encontro.
E essa tristeza se gruda como gosma desgostosa no céu da boca da minha alma.
As cortinas enroladas são fantasmas vaporosos e inúteis que vem do passado arrastar suas correntes.
Nós não habitamos mais em nós...
Peço a Deus Todo Poderoso e inexistente que tire de mim essa nostalgia infinda.
Nada!
Vou dormir triste, sem aceitar as dicotomias que se apresentam.
Passado e futuro, fé inquebrantável e descrença, permanência e curso dos fatos...
Eu era só a saudade de mim mesmo!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O PC do B pisou?
Aliados fiéis do PT, se botaram lá um negro, tão raro em nossos ministérios e o cara fez "mal feito", como diz a Dilma em eufemismo para "roubar", vão pagar com a queda do sexto ministro da gestão atual!
Seria de todo danoso para a imagem da Copa, da Olimpíada, do esporte e do governo.
Por outro lado, se Orlando Silva cair por isso, a imagem de Dilma certamente será a de que ela não compactua: roubou, perdeu o cargo (coisa que Lula não fez)!
Seria de todo danoso para a imagem da Copa, da Olimpíada, do esporte e do governo.
Por outro lado, se Orlando Silva cair por isso, a imagem de Dilma certamente será a de que ela não compactua: roubou, perdeu o cargo (coisa que Lula não fez)!
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