Normalmente vou do Itaim ao Cenesp antes das 7 nas segundas.
Hoje sairei depois das dez, mas vou só até a Vila Olímpia.
No meio tem Joaquim Floriano, Juscelino Kubitshec, Faria Lima e Funchal.
Então aquele engruvinhozinho da Pequetita, Helena e outra antes da do Rócio (essa acentuação me intriga, para mim coisas da Ilha da Madeira).
Lá tem quilinhos, tem Andiamo, e Mary Kay, sei lá, cosméticos, e muitas agências de modelos fotográficos e de passarela, aquela coisa de "centros" de São Paulo, engravatados, negócios, empresas, firmas, um buliço de construtoras, imobiliárias, shoppings, hipermercados, comércio eletrônico, engenharia, centros de n tipos de indústrias espalhadas pelo interior e outros estados.
Sou filho do café, sou filho do gado, fui filho da cana (antes de migrar para o Oeste mais novo da AltaPaulista, meus antepassados já tinham vindo de Piracicaba antes de Piraju e depois todos fundos dos Goyazes e Minas, Uberabinhas e Desemboques, Mineiros de Goiás). Bascos, catalães, andaluzes, galegos e portugas de todas aldeias, italianos. E do índio e do preto. Imagino a velha tatatetravó de uma aldeia, de uma tribo.
Que tribo, tupi ou africana? E meu tatapentavô do Benin, do Senaegal, de Angola???
E meu dodecavô Cunhambebe, minha icosavó Bartira. Pátio do Colégio, berço do Planalto, meus antepassados foram e eu voltei!
É essa cidade minha desde sempre!
Me possues e te possuo: quatrocentos e cinquenta e quatro anos de amor e ódio.
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
domingo, 27 de janeiro de 2008
Bruna Lombardi e Ricelli
Cine Belas Artes(HSBC, somos obrigado a fazer a propaganda, pelo "favor" desses ingleses hong konguianos nos resgatarem da Gaumont), ontem, sábado, sessão das 19 do "Paranoid Park" tava o casal acima com outro casal amigo. Aquele frisson, mas pouquíssimos se arriscavam a uma foto (malditos celulares com câmeras e popularização das câmaras digitais). É um ícone de São Paulo, não se deslumbrar...
E o trailer de quem? Do filme lá deles, "O Signo da Cidade". A Bruna ainda é uma bela mulha, o Ricelli, apesar do nariz, ainda pode fazer um galãzinho qualquer aí, mas pelo trailer, só veria o filme em caso de saudade mórbida das paisagens cinematográficas de Sampa.
Se eles nunca fizeram coisa que realmente prestasse, não era sexagenários que iam começar, certo?
Ou, extremo otimismo, vão começar a melhorar agora! A esperar pela avaliação dos jornais, aquelas estrelinhas que eles botam a guisa de notas. Não é muito científico, mas pelo menos sabemos a avaliação geral do jornalista especializado (sujeito a volubilidades também). Minha nota prévia: uma estrela!
E o trailer de quem? Do filme lá deles, "O Signo da Cidade". A Bruna ainda é uma bela mulha, o Ricelli, apesar do nariz, ainda pode fazer um galãzinho qualquer aí, mas pelo trailer, só veria o filme em caso de saudade mórbida das paisagens cinematográficas de Sampa.
Se eles nunca fizeram coisa que realmente prestasse, não era sexagenários que iam começar, certo?
Ou, extremo otimismo, vão começar a melhorar agora! A esperar pela avaliação dos jornais, aquelas estrelinhas que eles botam a guisa de notas. Não é muito científico, mas pelo menos sabemos a avaliação geral do jornalista especializado (sujeito a volubilidades também). Minha nota prévia: uma estrela!
Domingo de manhã
Pós aniversário da cidade, pré carnaval, um invernico extemporâneo.
Ontem "Paranoid Park", hoje jornal, bloggar agorinha mesmo, tentar estar aqui presente, sem ontem nem amanhã.
O momento. Esse fugaz já, esse eterno outro, mutante, fugidio instante, o fulcro mínimo e máximo entre o antes e o depois, agora mesmo, nessa hora, "maintenant", "now", "archav", "ahora", espaço pequeniníssimo, indeterminado, de tempo.
E o turbilhão de idéias, preocupações com um futuro amedrontador, ansiedade generalizada, tudo concorrendo para afastar o "zen", o ser e estar pacífico, a curtição do sumo da ocasião transitória, passageira, efêmera.
A cirscusntância de viver, a situação de se ser o que se é.
Bons domingos!
Ontem "Paranoid Park", hoje jornal, bloggar agorinha mesmo, tentar estar aqui presente, sem ontem nem amanhã.
O momento. Esse fugaz já, esse eterno outro, mutante, fugidio instante, o fulcro mínimo e máximo entre o antes e o depois, agora mesmo, nessa hora, "maintenant", "now", "archav", "ahora", espaço pequeniníssimo, indeterminado, de tempo.
E o turbilhão de idéias, preocupações com um futuro amedrontador, ansiedade generalizada, tudo concorrendo para afastar o "zen", o ser e estar pacífico, a curtição do sumo da ocasião transitória, passageira, efêmera.
A cirscusntância de viver, a situação de se ser o que se é.
Bons domingos!
domingo, 20 de janeiro de 2008
Chuva em Sampa
Tá todo mundo alugado com a chuva que já está no ar há 24 horas, menos eu!
Sábado: corri pela cidade de moto, primeira vez de moto na chuva em Sampa!
Cinéticos no Tomie Othake, massa. Comida num bar...Cigano, na frente do tal instituto (sorte que a comida e a decoração eram boas, pois detesto misticismo).
Depois Belas Artes, tentei ver o "Império dos Sonhos", mas me deu sono e saí. Fui para "O caçador de pipas" e, além de outros temas, tem o do abuso sexual de meninos. Eh Afeganistão desgraçado (invasão russa, talibans e agora os EUA... é foda... mas parece que tudo começa com a prepotência pashtun, a etnia dominante).
Hoje fui no Café Suplicy, na padoca Bienal, no jornaleiro, tudo estranhamente vazio.
Agora é Hamilton de Holanda no Auditório do Ibirapuera.
Todo mundo de bode e eu passarinhando na chuva...
Bom pra mim, parece um novo dia de ano novo (que foi bem "sem gente" também).
Sábado: corri pela cidade de moto, primeira vez de moto na chuva em Sampa!
Cinéticos no Tomie Othake, massa. Comida num bar...Cigano, na frente do tal instituto (sorte que a comida e a decoração eram boas, pois detesto misticismo).
Depois Belas Artes, tentei ver o "Império dos Sonhos", mas me deu sono e saí. Fui para "O caçador de pipas" e, além de outros temas, tem o do abuso sexual de meninos. Eh Afeganistão desgraçado (invasão russa, talibans e agora os EUA... é foda... mas parece que tudo começa com a prepotência pashtun, a etnia dominante).
Hoje fui no Café Suplicy, na padoca Bienal, no jornaleiro, tudo estranhamente vazio.
Agora é Hamilton de Holanda no Auditório do Ibirapuera.
Todo mundo de bode e eu passarinhando na chuva...
Bom pra mim, parece um novo dia de ano novo (que foi bem "sem gente" também).
"O Cérebro de São Paulo é...
...movido pela bipolaridade entre a excelência e a selvageria, entre o orgulho e a vergonha". Do Gilberto Dimenstein hoje na Folha.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Casa "vazia"
As aspas são porque os meninos dormem.
Mas é como se eu estivesse só.
Cozinho, asso galetos recheados de farofa, tomo vinho tinto, como pão sueco com manteiga, tomo água com gás gelada, leio o Estadão e escuto Nova Brasil FM.
Paraíso?
Mas é como se eu estivesse só.
Cozinho, asso galetos recheados de farofa, tomo vinho tinto, como pão sueco com manteiga, tomo água com gás gelada, leio o Estadão e escuto Nova Brasil FM.
Paraíso?
Homenagem às "minhas" mulheres
Andréia, Lúcia, Cristina, Mara, Andréa, Viviane, Ivana, Isabel, Tuca, Andréa de novo, Margareth, Andréa, Sílvia, Adriana, Mônica, Luciana, Solange, Lucilene, Marlene, Gislaine, Sandra, Sônia, Vitória, Sílvia de novo, Kátia, Bárbara.
E Kátia de novo, pois ninguém vive 21 anos em comum sem comungar.
E Kátia de novo, pois ninguém vive 21 anos em comum sem comungar.
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