Est un grand pais au Nor Ouest de la Afrique, ou bien Le Magreb.
Il y a comme 32 million des habitants.
Les principalles villes sont: Casablanca, Marrakech, Rabat, Fès, Tangier, Meknés et Oujda.
Le "Al Mumlaka Al Maghrebia" est une monarchie absolutiste depuis 1952 et le "protectorate" Français de le debut du vintième siécle.
Ils ratachons le ex Sahara Espagnol, devienent le "Provinces du Sud"...beaucoup de problemes la bas.
Les printemps marocians sont encore pour devenir.
Mais la population est simpatique et la ambiance resemble la brasiliène, ancienement.
C'ést comme ce moi retourneraisse par une patrie des arrières ancestres bien avant la Peninsule Iberique.
Moi memme, je habitez a El Jadida, la capitale des Doukalla, de la Moussem de Moulay Abdella et de le Port et Complexe Chimique de JOrf Lasfar, aprés Sid Bouzid.
Ça sont mes souvenirs...
Le Requin Bleue me manques certes fois.
Tous experiences sont valides si notre alme n'est pas petit! Apud Fernando Pessoa
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
Postagem em destaque
"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 5 de junho de 2011
Feijoada
Carnes salgadas de molho de véspera.
O feijão de molho.
Fizemos no sábado pra comer domingo, pega mais gosto.
Laranja bahia, couve, farinha, molho de feijão com vinagrete, arroz branco, pimentas, couve fininha, caipirinha e licores, café, doces, família, sogros, cunhados, filhos e esposa.
Um friozinho de pré inverno.
Gostoso, um cigarro para finalizar.
Acho que faz tempo que não tenho mais cigarro...
Nem todo vício deve ser satisfeito...
O feijão de molho.
Fizemos no sábado pra comer domingo, pega mais gosto.
Laranja bahia, couve, farinha, molho de feijão com vinagrete, arroz branco, pimentas, couve fininha, caipirinha e licores, café, doces, família, sogros, cunhados, filhos e esposa.
Um friozinho de pré inverno.
Gostoso, um cigarro para finalizar.
Acho que faz tempo que não tenho mais cigarro...
Nem todo vício deve ser satisfeito...
A inconstância do ser
Ontologicamente dialéticos
Instáveis por definição
Lutamos
Pela permanência
Quanta contradição!
Com tradição quântica!
Nós já vamos para um século
Das relatividades e incertezas
Físicas
E matemáticas
Estamos onde não podemos
Nos ver
Se nos vemos
Já ali não estamos
Assim caminho
Marcho
Para Marte
E aqui estará
Mercúrio
Instáveis por definição
Lutamos
Pela permanência
Quanta contradição!
Com tradição quântica!
Nós já vamos para um século
Das relatividades e incertezas
Físicas
E matemáticas
Estamos onde não podemos
Nos ver
Se nos vemos
Já ali não estamos
Assim caminho
Marcho
Para Marte
E aqui estará
Mercúrio
sábado, 4 de junho de 2011
Bijuzeiro "paulistano"
Era um tiozinho baixo e franzino, Eufrázio, devia ser de Sergipe. Pele crestada de sol, as feições mestiças curtidas e vincadas por uma vida de privações e agruras na terra natal e ali na metrópole. Ia prá mais de 40 anos no metier.
Levava sua cota de bijus numa simples caixa de papelão. Faltou o cilindro metálico branco de mochila nas costas... Mas tinha pelo menos uma matraca.
Reclamou que as vendas eram fracas.
Ali no Itaim Bibi tinha muita gente vendendo bijus nos faróis, fosse na JK, na 9 de Julho e na Clodomiro Amazonas. O pessoal tava cheio, meio enjoado. Eu falei que agora uma fábrica de Bauru tinha colocado nas prateleiras dos Pão de Açúcar da vida e ele fez cara de quem não gostou, de quem queria o mercado de bijus só para os coitadinhos como ele...tive pena deles e raiva dos supermercados...
Ele tinha que ir lá pra feira de antigüidades e artesanatos da Praça Benedito Calixto, lá sim devia dar melhor, dizia, o povo tem saudade de bijus, lembra infância...
Perguntei se ele mesmo fazia. Ele contou que agora contratava. Tinha que ser rápido para enrolar a panquequinha na varinha que lhe dá a forma ainda quente, queima-se a mão por falta de destreza. Ele já me pareceu então meio cego, aquela catarata embaçando a borda da íris, e vi que tinha as mãos calosas e quiçá artríticas de velho sofrido.
Eu saboreei meus quatro do pacotinho, de R$ 3, quase um real cada, prazer ainda assim barato. Na festa junina da "escola de rico" dos meus filhos nada era barato. E o tiozinho ainda tinha que descontar suas fichas com 30% de desconto, ou seja, pagava, como todos ali, um "aluguel" para a escola "chique".
Mas tudo isso, as agruras do bijuzeiro e de todos os mulatos pobres da metrópole se diluíam, eu esquecia de tudo isso para desfrutar da "casca de barata" crocante e doce...
E cada mordida me trazia à mente outros dias, outros bijus, outras pessoas, outras situações ao redor, velhas ruas da meninice em Marília, o Instituto Monsenhor Bicudo, o Amílcare Mattei, o Cristo Rei, as saídas do Yara Clube, a Vicente Ferreira e adjacências, a Coronel José Bráz.
Eram esses bijus para mim o mesmo que as madeleines no chá de Marcel Proust...uma chave para se ir "em busca do tempo perdido"...do moleque que não sabia nada que se escondia no adulto ainda perplexo com a complexidade desse mundo novo...seus cabelos brancos e o acúmulo de experiências, as histórias que tinha vivido pelo mundo afora pareciam que não eram nada perante seus dez primeiros anos de vida.
Parecia que ele ia ficar marcando o caminho, como uma lesma ou caracol, com o visgo gelatinoso das lembranças dos anos de formação. Freud explicava...
Levava sua cota de bijus numa simples caixa de papelão. Faltou o cilindro metálico branco de mochila nas costas... Mas tinha pelo menos uma matraca.
Reclamou que as vendas eram fracas.
Ali no Itaim Bibi tinha muita gente vendendo bijus nos faróis, fosse na JK, na 9 de Julho e na Clodomiro Amazonas. O pessoal tava cheio, meio enjoado. Eu falei que agora uma fábrica de Bauru tinha colocado nas prateleiras dos Pão de Açúcar da vida e ele fez cara de quem não gostou, de quem queria o mercado de bijus só para os coitadinhos como ele...tive pena deles e raiva dos supermercados...
Ele tinha que ir lá pra feira de antigüidades e artesanatos da Praça Benedito Calixto, lá sim devia dar melhor, dizia, o povo tem saudade de bijus, lembra infância...
Perguntei se ele mesmo fazia. Ele contou que agora contratava. Tinha que ser rápido para enrolar a panquequinha na varinha que lhe dá a forma ainda quente, queima-se a mão por falta de destreza. Ele já me pareceu então meio cego, aquela catarata embaçando a borda da íris, e vi que tinha as mãos calosas e quiçá artríticas de velho sofrido.
Eu saboreei meus quatro do pacotinho, de R$ 3, quase um real cada, prazer ainda assim barato. Na festa junina da "escola de rico" dos meus filhos nada era barato. E o tiozinho ainda tinha que descontar suas fichas com 30% de desconto, ou seja, pagava, como todos ali, um "aluguel" para a escola "chique".
Mas tudo isso, as agruras do bijuzeiro e de todos os mulatos pobres da metrópole se diluíam, eu esquecia de tudo isso para desfrutar da "casca de barata" crocante e doce...
E cada mordida me trazia à mente outros dias, outros bijus, outras pessoas, outras situações ao redor, velhas ruas da meninice em Marília, o Instituto Monsenhor Bicudo, o Amílcare Mattei, o Cristo Rei, as saídas do Yara Clube, a Vicente Ferreira e adjacências, a Coronel José Bráz.
Eram esses bijus para mim o mesmo que as madeleines no chá de Marcel Proust...uma chave para se ir "em busca do tempo perdido"...do moleque que não sabia nada que se escondia no adulto ainda perplexo com a complexidade desse mundo novo...seus cabelos brancos e o acúmulo de experiências, as histórias que tinha vivido pelo mundo afora pareciam que não eram nada perante seus dez primeiros anos de vida.
Parecia que ele ia ficar marcando o caminho, como uma lesma ou caracol, com o visgo gelatinoso das lembranças dos anos de formação. Freud explicava...
Retorno a Cajati
A Casa de Hóspedes já foi da Serrana, um pouco menos da Quimbrasil. Tinha o Drewes, o Walter Cover, anos 90, comecinho, o Roberto Busato já era gerente da mina, o Alexandre do Cimento, o supermercado ainda era o Gigante, onde o Ilson Pires começou como ajudante de açougueiro antes de começar a entender de ácido fosfórico e trabalhar na fábrica, como eu também que cheguei na Planta Piloto da Fosbrasil em 9 de julho de 1990 com o Dalton de gerente, que tinha sido o lugar do Júlio Awane que me contratou para trabalhar com o Philippe Renier que viria a ser meu padrinho belga a quem tanto o amei como amigo e recebi em troca o mesmo, e naõ só com eles, com esses, com toda a cidade nos receberam e nos reciprocamente amamos aquelas pessoas que moravam, muitas que ainda moram ali em Cajati.
Desde sempre estive no Jardim Granipavi, na Vila da Fosbrasil e até na Vila da Serrana eu morei um tempinho que abandonei o lar por uma briga que já nem compensa lembrar, e voltar prá sala da TEcnologia com o João de Brito, na casa que hoje é do Geraldo, Roncolato, Christian e o Gerente é o Sena! Voltar prá casa de hóspedes agora com o Chico e o Sérgio, fazer teste com o Pallu, ver a Hellen, quiçá com o Douglas, lendo velhos relatórios do Pacini, conversando eventualmente com o Paul, pela primeira vez em anos nós dois no mesmo projeto. De resgatar a Fisons, Hydro, Yara, PASmith and Associates, Saulo, Aparecido, Maurício e Márcio Camilo, agora Caixeta, Jean Carlo, Fabrício, rever o Gláucio, sem deixar nunca de ter todos da Fosbrasil no coração, até o Eudes que me meteu um processo de assédio eu amo, quisemos ser sócios no começo, pena ele ter derrapado...podia muito mais.
Mas a maioria de nós viveu uma vida. Pode ser que o Augusto, o Chocolate e o ex pintor, o ex supervisor da Quimbrasil, o ex tantos outros tenham sucumbido na estrada (ou na BR ou em outras sejam rodoviárias ou da vida). Os sobreviventes saúdam os novatos e a pedra branca do vulcão do morro da mina de Cajati continua virando leite e mel. Os verdes campos são ali. Minha casa e suas cerâmicas, as árvores e a madeira dos quartos são lenhos estrepes entranhados na carne desse aqui. Levo já Cajati no sangue, como Marília, como Campinas, como El Jadida e São Paulo e como todo mundo.
Priapicamente gozando na vida da vida que a vida tem.
Desde sempre estive no Jardim Granipavi, na Vila da Fosbrasil e até na Vila da Serrana eu morei um tempinho que abandonei o lar por uma briga que já nem compensa lembrar, e voltar prá sala da TEcnologia com o João de Brito, na casa que hoje é do Geraldo, Roncolato, Christian e o Gerente é o Sena! Voltar prá casa de hóspedes agora com o Chico e o Sérgio, fazer teste com o Pallu, ver a Hellen, quiçá com o Douglas, lendo velhos relatórios do Pacini, conversando eventualmente com o Paul, pela primeira vez em anos nós dois no mesmo projeto. De resgatar a Fisons, Hydro, Yara, PASmith and Associates, Saulo, Aparecido, Maurício e Márcio Camilo, agora Caixeta, Jean Carlo, Fabrício, rever o Gláucio, sem deixar nunca de ter todos da Fosbrasil no coração, até o Eudes que me meteu um processo de assédio eu amo, quisemos ser sócios no começo, pena ele ter derrapado...podia muito mais.
Mas a maioria de nós viveu uma vida. Pode ser que o Augusto, o Chocolate e o ex pintor, o ex supervisor da Quimbrasil, o ex tantos outros tenham sucumbido na estrada (ou na BR ou em outras sejam rodoviárias ou da vida). Os sobreviventes saúdam os novatos e a pedra branca do vulcão do morro da mina de Cajati continua virando leite e mel. Os verdes campos são ali. Minha casa e suas cerâmicas, as árvores e a madeira dos quartos são lenhos estrepes entranhados na carne desse aqui. Levo já Cajati no sangue, como Marília, como Campinas, como El Jadida e São Paulo e como todo mundo.
Priapicamente gozando na vida da vida que a vida tem.
O gosto novo de sábado
Deixar o corpo dormir mais um pouco.
A mulher trabalha na clínica e os filhos foram na festa junina do Pueri, o mais velho Ariel ajuda numa barraca e o outro acho que foi mais curtir que trabalhar esse ano.
A casa me fica sozinha.
Dei comida prás pombinhas da varanda, as avoantes. Vem quase sempre uma, muitas vezes duas, não sei se casal ou rivais. Complicada a relação entre essas pombas. E a gente acha que a relação entre humanos é complicada...é nada!
Os bichos são ruins. Brigam de bico, de asas, talvez até de garras.
A gente tá evoluindo do macaco prá alguma coisa legal.
Cada vez mais um assassinato será uma ignomínia.
Um roubo, mesmo um tráfico de influência.
Influenciar positivamente sim, mas traficar no pior sentido do termo em conjunto com influência, é até crime. Mesmo no mercado há regras de meritocracia e ética negocial super importantes.
Eu sou romântico, tenho ideais republicanos e democráticos. O mundo dos self made men.
Os que se fizeram, não que seus antepassados não se tenham feito...éramos mais uns elos de uma corrente de milênios, porque não dizer de séculos e milênios, e hectomilênios, mega séculos, giga milhões de anos, somos todos de outra vida, uma era muito anterior ou próprio big bang.
O big bang bung foi apenas o esporro de nosso Cronos, o esperma sanguíneo deeneaico de nossas origens.
Eu sou irmão do sapo e da E. coli. Nem um ser vivente ou inanimado me é indiferente. Qualquer um ser ou parte desse planeta que amo e de outros que não pude ainda amar, mas, que se existirem, respeito de antemão, como sempre me foi dado respeitar o modo de vida da via dos outros.
Sou mais um na multidão. Nessa louca paulistânia ultra moderna e atrasada, podemos ser e todos em todos rincões podem e devem ser humanos no sentido melhor que essa palavra, o nome último dessa raça de gentes de todo lado que sabe cuidar de um bebê, uma família, uma esposa e uns filhos homens, uns irmãos e amigos presentes ou dispersos.
Somos o sumo!
Cepa.
A nata.
Créme de la créme, o que bóia sobre as águas, moisés, e abraão, e set, e ló, e cristo maomé, somos tão binladen como bush, somos a mescla da mistura do mosto do fermento único dessa torrente de bases nitrogenadas, de clorofilas e ribo nucléicos em cadeias infindas se entrelaçando na rosca da hélice do parafuso de ribossomos de núcleos complexos e mitocôndrias como galáxias que no fundo são.
Não há macro nem há micro. Todas dimensões condensadas num post de bosta desse bosta que manda essa mensagem urgente e candente e melosa e melodiosa quiçá nessa quiçassa de espinhos de buso de flúor de zigzag na serra de Cubatão.
Era o antoproceno. Em giga hertz bites quilotons de energia se jogam ao vento e desperdiçamos o órgão orgânico organismo de sentir a fluência e a influência de Palocci, de Dilma e agora de Aécio.
Entre todos aqueles fatos galáticos "imutáveis" (e no entanto mutantes), aqui na terrinha estava aberta a temporada de caça aos votos.
A mulher trabalha na clínica e os filhos foram na festa junina do Pueri, o mais velho Ariel ajuda numa barraca e o outro acho que foi mais curtir que trabalhar esse ano.
A casa me fica sozinha.
Dei comida prás pombinhas da varanda, as avoantes. Vem quase sempre uma, muitas vezes duas, não sei se casal ou rivais. Complicada a relação entre essas pombas. E a gente acha que a relação entre humanos é complicada...é nada!
Os bichos são ruins. Brigam de bico, de asas, talvez até de garras.
A gente tá evoluindo do macaco prá alguma coisa legal.
Cada vez mais um assassinato será uma ignomínia.
Um roubo, mesmo um tráfico de influência.
Influenciar positivamente sim, mas traficar no pior sentido do termo em conjunto com influência, é até crime. Mesmo no mercado há regras de meritocracia e ética negocial super importantes.
Eu sou romântico, tenho ideais republicanos e democráticos. O mundo dos self made men.
Os que se fizeram, não que seus antepassados não se tenham feito...éramos mais uns elos de uma corrente de milênios, porque não dizer de séculos e milênios, e hectomilênios, mega séculos, giga milhões de anos, somos todos de outra vida, uma era muito anterior ou próprio big bang.
O big bang bung foi apenas o esporro de nosso Cronos, o esperma sanguíneo deeneaico de nossas origens.
Eu sou irmão do sapo e da E. coli. Nem um ser vivente ou inanimado me é indiferente. Qualquer um ser ou parte desse planeta que amo e de outros que não pude ainda amar, mas, que se existirem, respeito de antemão, como sempre me foi dado respeitar o modo de vida da via dos outros.
Sou mais um na multidão. Nessa louca paulistânia ultra moderna e atrasada, podemos ser e todos em todos rincões podem e devem ser humanos no sentido melhor que essa palavra, o nome último dessa raça de gentes de todo lado que sabe cuidar de um bebê, uma família, uma esposa e uns filhos homens, uns irmãos e amigos presentes ou dispersos.
Somos o sumo!
Cepa.
A nata.
Créme de la créme, o que bóia sobre as águas, moisés, e abraão, e set, e ló, e cristo maomé, somos tão binladen como bush, somos a mescla da mistura do mosto do fermento único dessa torrente de bases nitrogenadas, de clorofilas e ribo nucléicos em cadeias infindas se entrelaçando na rosca da hélice do parafuso de ribossomos de núcleos complexos e mitocôndrias como galáxias que no fundo são.
Não há macro nem há micro. Todas dimensões condensadas num post de bosta desse bosta que manda essa mensagem urgente e candente e melosa e melodiosa quiçá nessa quiçassa de espinhos de buso de flúor de zigzag na serra de Cubatão.
Era o antoproceno. Em giga hertz bites quilotons de energia se jogam ao vento e desperdiçamos o órgão orgânico organismo de sentir a fluência e a influência de Palocci, de Dilma e agora de Aécio.
Entre todos aqueles fatos galáticos "imutáveis" (e no entanto mutantes), aqui na terrinha estava aberta a temporada de caça aos votos.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Neblina espessa
Manhã
A enorme fábrica (de vidro?)
No comecinho da Anchieta
Mal se vê...
Cadê o ABC?
Não se vê nada
Além da Uniban
Só as margens da via se vê
O resto é uma cortina
Que passa de diáfana a mais grossa
A névoa é um colóide
Zilhões de micro gotas
Água fria suspensa no ar gelado
Atrás da fachada azul
Do CD das Casas Bahia
Um halo de Sol rasga o manto cinza
Vê-se a favela no morro
Antes da curva da Represa
E mergulho de novo no fog que afoga a lagoa
Depois é o pedágio
Meio fantasmagórico
E a mata escura do Núcleo Pilões
O fim do Planalto
É a vertigem cega
Dos precipícios da Serra
Mas tudo para
Antes do íngrime zigzag
A descida congestionada por algum acidente
A que horas vou chegar?
Mas antes das oito
Estamos em Cubatão
Onde vale a máxima:
"Neblina baixa, Sol que racha!"
A enorme fábrica (de vidro?)
No comecinho da Anchieta
Mal se vê...
Cadê o ABC?
Não se vê nada
Além da Uniban
Só as margens da via se vê
O resto é uma cortina
Que passa de diáfana a mais grossa
A névoa é um colóide
Zilhões de micro gotas
Água fria suspensa no ar gelado
Atrás da fachada azul
Do CD das Casas Bahia
Um halo de Sol rasga o manto cinza
Vê-se a favela no morro
Antes da curva da Represa
E mergulho de novo no fog que afoga a lagoa
Depois é o pedágio
Meio fantasmagórico
E a mata escura do Núcleo Pilões
O fim do Planalto
É a vertigem cega
Dos precipícios da Serra
Mas tudo para
Antes do íngrime zigzag
A descida congestionada por algum acidente
A que horas vou chegar?
Mas antes das oito
Estamos em Cubatão
Onde vale a máxima:
"Neblina baixa, Sol que racha!"
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