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"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

444

Meio cabalístico... vi o número do contador de visitas e dei-lhe o título do post.
Pensei: Quando virá o 555?
E o 666?
E o 777?
Não nego!
Trabalha e Confia!

Semana que vem em Alagoas

Viagem longa: de madrugada na segunda vou até o Carrefour do Limão. Com os colegas Osmar Moura e Pompeu Abreu Filho vou até São João da Boa Vista, de lá para Corumbataí, ver foros de arco.
De lá eles me trazem até Cumbica, para onde vôo até Maceió. Hospedo-me em Pajuçara e trabalharei pelo menos uma semana em Marechal Deodoro.
É a vida. Às vezes cansativa, mas tem seus descanços.
E é boa!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Maria Apparecida Corrêa de Cerqueira César

Por ela hoje ter vindo estar conosco por mais de cinco dias depois de mais de dez anos, eu a homenageava.
Mãe! Minha mãe! Mãezinha! Mamãe!
Não que seja pequena ou fraca, mas tem sua carência amedrontada algo que compele a usar diminutivo.
Para mim foi Senhora, Dona Cida ou algo igualmente respeitoso. Agora a chamo você, enquanto ela dorme a sono solto no sofá da sala.
Vai ficar dando mil conselhos bons para os filhos, mas o seu tom choroso acaba lhe conferindo ar meio infantil e atrapalhado, dado quão elevado é o grau de ansiedade que ela impregna quando fala do futuro dos seus.
Não se daria por satisfeita nem se seu filho fosse o Einstein.
Ia lhe acusar de negligenciar a família!
Iydish mami!

domingo, 6 de setembro de 2009

O terceiro dia - A volta

O retorno começa em Betim e sobe a Serra do Brumadinho, de volta!
Então fui dormir em Itatiaiuçu...Hotel Varanda, terra de mineiros (profissão) mineiros (gentílico), boteco e uniforme de firma, coisa de filme!
Comi e bebi, joguei sinuca com amigos que se fazem assim, em poucos minutos e se larga assim, em outros poucos segundos de um tchau.
Comprei cueca limpa e camiseta fresca, um chinelo havaianas azul e também novo, um chapéu de chaminé de terracota, xampu Celsun Azul para evitar a caspa.
Fui na Barberia Queiroz e cortei a "juba". Numa cadeira Ferrante, tradicionalíssima!
A barbearia, velha! A cadeira de quarenta e cinco anos já! E o seu Queiroz, imaginem que idade tinha já com esse tempo todo na tesoura.
No dia seguinte, cedinho, saí e vim parando: principalmente em Oliveira, com sua bela igreja (todas cidades de Minas tem Igreja, e a maioria é bela) e casarões (quase toda cidade de Minas tem casarios belos, sejam de épocas de fausto ou apenas tetos para famílias remediadas)...

O segundo dia da ida a Minas

Acordei ao lado do Rio das Mortes, que logo se junta ali em baixo com o Rio Grande, sim, aquele que da divisa do Rio de Janeiro solta águas em Buenos Aires, irmão mais ao norte dos meus queridos Paranapanema e Tietê, esse que agora vejo todo dia que vou a Suzano!
Esse Rio Grande ainda menino logo ali, ao lado de Nazareno, enchia a barragem linda e alta de Itumirim Itutinga, verde, lindo e piscoso! Quanta vontade tive de então me banhar, mas, se tinha o aonde, não achei o tempo do quando cair n'água na situação de trabalho, ali naquelas Minas Gerais.
Na margem, astutamente quieta, uma garça, cujo nome é graça, de pluma e acerto de flecha nos peixes da beira.
Mas voltando ao trajeto: de São João Del Rei embiquei pela avenida Leite de Castro e rumei a Ritápolis, São Tiago e Morro do Ferro até voltar à Fernão Dias, BR 381 como falam, saindo ao lado de Oliveira.
E daí foi um vôo aperreado só, pois tinha que ir na Refinaria Gabriel Passos em Betim. Então foi: Carmópolis de Minas, Itaguara ao lado de Cláudio, Piracema, Crucilândia, Rio Manso, Igarapé ao lado de Mateus Leme, Brumadinho e Ibirité, essas duas também um pouquinho dora da 381...
E a metropolitana Betim: FIAT enorme e tanques de combustíveis até amedrontadores encarapiados em alterosos montes que são serpenteados pela estrada perigosa e cheiíssima. Mas cheguei quase na hora e lá dei o meu bom recado!

sábado, 5 de setembro de 2009

Caminho de Ida - 1o dia

São Paulo, Mairiporã, Atibaia, Bragança Paulista, Joanópolis, Extrema, Itapeva, Camanducaia, Cambuí, Estiva, Pouso Alegre, São Sebastião da Bela Vista, Careaçu, Lambari, Campanha, Três Corações, Varginha, Carmo da Cachoeira, Lavras, Itumirim, Itutinga, Nazareno e São João del Rei.
Falando em Regiões: Região Metropolitana de São Paulo, Cantareira e Bragantina. Serra Verde, Sudeste de Minas, Região dos Emboabas ou do Alto Rio Grande, Estrada Real. Dormi no Hotel Ponte Real, estava mais para surreal, tal o impacto que o enorme e riquíssimo patrimônio histórico de São João del Rei me causou.
Depois de acordar, Campos das Vertentes, Serra Azul ou das Cachoeiras, Serra do Brumadinho e Região Metropolitana de Belo Horizonte. Mas isso fica para depois.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Itatiaiuçu, quase 7 de Setembro

Há uns poucos quilômetros da "BR 381", Fernão Dias, 82 quilômetros de Belzonte.
Dizem que a estrada já ia lotada, todos de BH fugindo como paulistanos e cariocas.
Chovia fino, perigo redobrado.
Devia descançar e seguir viagem recomposto, depois de dormir sem despertador tirano.
No Bar do Israel, lingüiça boa, puchero e um naco de torresmo, um gorpe de pinga de Salinas, um cigarro Free "solto" e uma garrafa de Skol, gelada, homem.
Como a maioria de Minas, aqui tem minerações.
Tem ferro, manganês, silicatos, tântalo, etc.
Uma riqueza incrível, e, como desde os tempos de El Rey, muita pobreza e ignorância de cafundós velhos e preconceituosos.
Amanhã tiro o time de campo, volto para a metrópole.
Acharei uma cachoeira nessa Serra Azul de Pedra Grande?