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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ali na Bandeirantes

Perto do Pé de Manga e do Flor Roxa.
O Tau pegou um cigarrinho e acendeu.
Pulou o murinho com ele na boca.
O segui.
Quintalzinho sob a luz do poste, mas tinha sombras protetoras.
Calados, quase.
Ele segurava a fumaça longamente, dizia que aquele ia fazer.
Naquela sofreguidão, sem ar.
O calor subia.
Agora há pouco pensei que o mesmo ocorria.
Transportei-me em tempo e espaço.
Pensava ter 18 anos e estar na terrinha.
Pensar estar com um primo mais velho.
Podia ser também o Nhô, o Nego, o Júlio, ou o Zen.
Amigos da mesma época.
Fazendo artes na noite.
Assim são as memórias.

Agora é só Caros Amigos

Nem sei direito que apito ele toca.
Sei que nasceu lá na terrinha e foi amigo do Zen, do Nhô, do Bira, dos Lucas, dos Dantas, sei lá.
Viva o Zé Arbex!

Meus leitores

Eram dois.
Foram a três.
Com, você, agora, são quatro!

Eu continuo desconfiando

Eu desconfiava da Globo e do Globo. Ainda desconfio de motivos.
Mas agora tenho certeza. São filhos da puta.
E desconfiava da Veja, da Band, do Estadão e do Zero Hora.
Do Diário de Minas. Da Folha de São Paulo, então, nem se fala.
Desde que o Frias zinho quis dar lição de intelectualóide pro Lula.
Eu quero que esses caras não sejam amordaçados, mas que os leitores, videntes e ouvintes tenham vergonha na cara e se perguntem porquê? Porquê dois pesos e duas medidas?
Porra! Abre os olhos. O PIG te fode!

Boa notícia: Brasil é campeão de liberdade religiosa

Brasil, campeão de liberdade religiosa

Michel Temer (*)
17 de fevereiro de 2014
“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Entre as muitas passagens do Novo Testamento, essa resposta de Jesus aos fariseus que lhe perguntavam se era lícito pagar tributo a César é das mais lembradas. Interpreta-se a lição como um dos primeiros fundamentos para a separação entre a ordem das coisas materiais e a ordem do espírito, que, ao longo da história, influiu nos limites do Estado e da religião. A sentença atendia, ainda, ao preceito romano suum cuique (a cada um o seu), sobre o qual se assentam os primeiros pilares dos direitos individuais.
 A ênfase dada aos indivíduos transformou-se em símbolo dos mais importantes das sociedades civilizadas, vindo a formar o escopo das liberdades e direitos iguais para todos. Uma pergunta se impõe: qual teria sido o elemento comum em todas essas sociedades? Os historiadores são unânimes em apontar a religião como fator definidor das civilizações. Como lembra o professor Samuel P. Huntington, “o catolicismo e o protestantismo constituem, do ponto de vista histórico, a característica isolada mais importante da civilização ocidental”.
Portanto, o conceito de “civilização universal”, amálgama de culturas e tradições, tem muito a ver com o arcabouço construído pelas religiões. É evidente que o processo de modernização envolve fenômenos como a urbanização, a industrialização, a educação, a distribuição de renda e a mobilidade social, entre outros. Mas o poder da norma, inerente às religiões, contribuiu, sobremaneira, para o desenvolvimento social, cultural e científico da humanidade.
Façamos uma segunda abordagem. Se as religiões universais produzem argamassa para a evolução das civilizações e das sociedades, é plausível defender a hipótese de que a liberdade religiosa é benfazeja às nações. Algumas razões: fomenta a vida social, desperta atitudes e ações positivas, incrementa valores éticos e morais, incentiva grupos a perseguirem ideais, expande correntes de fé e esperança, ou seja, alicerça a vida espiritual das comunidades e contribui para fortalecer o sistema democrático. O que parece novidade é a relação entre liberdade religiosa e negócios.
Pois bem, eis a boa-nova. O Brasil é campeão mundial em matéria de liberdade religiosa segundo pesquisa realizada pela fundação norte-americana Religious Freedom & Business Foundation. O levantamento feito em 25 países de todos os continentes mostra que nosso país lidera o ranking nessa área, com o índice mais baixo de restrição religiosa. Apenas 0,4% em uma classificação que vai de altíssima restrição (países que obtiveram notas entre 6,6 e 8,9), alta restrição (5,1 a 6,1), moderados (3 a 5,1) e baixíssima restrição (0,4 a 2,1).
Somos a nação campeã em matéria de liberdade religiosa, posição garantida em nossa Carta Magna. O art. 5º, inciso VI diz: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a sua liturgia, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”.
A liberdade religiosa no Brasil integra o acervo de liberdades e direitos consagrados pela Constituição Cidadã de 1988 e incentiva o desenvolvimento nacional. Como o direito à informação e a liberdade de expressão, a liberdade religiosa faz parte das conquistas da sociedade brasileira, coroando uma história de avanços que começa com a primeira Constituição brasileira, a de 1824, que estabelecia a religião Católica Apostólica Romana como culto oficial do Império. Críticas à união do Estado e Igreja se expandiram a partir de 1860, culminando com a separação entre as instituições. A primeira Constituição Republicana de 1891 estabeleceu plena liberdade de culto, assim como a CF de 1937, autoritária.
 A Constituição de 1967 voltou a dispor sobre a liberdade religiosa, mas determinando aos cultos que não contrariassem “a ordem pública e os bons costumes”. Chegamos à CF de 1988 na esteira da redemocratização do país. O nosso Estado é laico, permitindo a qualquer religião as condições de se implantar e conviver de maneira harmônica com o corpo social. Tudo isso é fruto do preceito constitucional que nos coloca no primeiro lugar em matéria de liberdade de credo. A moldura democrática desenhada por nossa Lei Maior abre ao país o campo das liberdades individuais e sociais, seara onde germina um dos mais avançados sistemas democráticos da civilização contemporânea.
(*)  Vice-presidente da República
Artigo publicado no jornal Correio Braziliense – Coluna Opinião – em 17 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 27 de abril de 2015

4 anos de fertilizantes em Cubatão

Um grande filho da mãe que já me prejudicou, há anos me disse que eu estava entrando para uma grande organização onde finalmente eu poderia "reabilitar" minha carreira (que ele estragou, com ajuda do meu "sincericídio").
Lembrando: eu tinha passado 3 anos na Unicamp, 16 anos na Fosbrasil, mais de 2 anos na Bunge e tive passagens mais rápidas por colégios (Cristo Rei, Sagrado Coração e Ateneu) e pela Produquímica.
Não é porque o cara é um desgraciato .... que não estava certo...
Aqui nesse vale eu não mando, obedeço.
Não cresço, mas não retrocedo.
Não vejo mais uma possibilidade de ascensão.
Mas também não vejo o risco da demissão.
Para um "velhinho" de 51 anos está bom.
Tenho o que comemorar!