Willie Nelson não merecia isso, nem no Texas.

Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
Postagem em destaque
"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
sexta-feira, 17 de maio de 2019
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Déa
"Namoramos" (ela com 11 e eu com 12) da maneira mais pura que crianças dessa idade poderiam namorar.
Nem sequer uma sessão de cinema, eu pensei!
Sim, teria havido uma matinê, agora me lembrei.
Cine Peduti, 1976 teria sido. Manhãs dominicais frescas de Abril?
Até imagino um filme de primeiros amores entre meninos de nossa idade, não sei se na França ou Inglaterra.
Romances como o nosso.
Não teria sido primeiro amor (para mim que já tinha arrrastado caminhões de abóbora pela outra Andréia e pela Cristina).
Mas era a primeira namorada.
Agora lembro que o Zé Horácio, com quem fomos em duplinhas de casais, se atracou aos beijos com a namorada dele de então (Taís?), uma menina que era irmã de outra (seu nome me foge), filhas de um caminhoneiro dali de perto dos Pavão.
Talvez eu tenha passado a mão sobre seu ombro.
Mas a timidez me impediu de beijar aquela boca bonita.
Ficaram em mim aquelas frases do Abel Silva na música de Suely Costa:
"Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei"...
Oras, eu tinha só 12 anos.
(Ora bolas, ainda tenho só 12 anos).
Mas reencontrá-la foi um não reencontro, sob muitos aspectos.
Seus últimos trinta anos tem pouco a ver com nossa cidade natal e com as vivências comuns.
Ela devotou muito aos três filhos, dois casamentos, duas empresas, uma vida paulistana.
Os pais nem moravam mais em Marília.
Fica então uma saudade de algo que não conheci, uma nostalgia do que não vi.
E a vida correndo pra onde?
Espero que todos sejamos abençoados com mais amores, mais cores, mais flores, mais vinhos frutados de Bordeaux, do rosé ao tinto profundo (saí da Zahil munido de 3 boas garrafas, uma libanesa, uma brasileira e uma torrontésinho que tanto afaga minha sede de lembranças portenhas).
La vita é bella.
Nem sequer uma sessão de cinema, eu pensei!
Sim, teria havido uma matinê, agora me lembrei.
Cine Peduti, 1976 teria sido. Manhãs dominicais frescas de Abril?
Até imagino um filme de primeiros amores entre meninos de nossa idade, não sei se na França ou Inglaterra.
Romances como o nosso.
Não teria sido primeiro amor (para mim que já tinha arrrastado caminhões de abóbora pela outra Andréia e pela Cristina).
Mas era a primeira namorada.
Agora lembro que o Zé Horácio, com quem fomos em duplinhas de casais, se atracou aos beijos com a namorada dele de então (Taís?), uma menina que era irmã de outra (seu nome me foge), filhas de um caminhoneiro dali de perto dos Pavão.
Talvez eu tenha passado a mão sobre seu ombro.
Mas a timidez me impediu de beijar aquela boca bonita.
Ficaram em mim aquelas frases do Abel Silva na música de Suely Costa:
"Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei"...
Oras, eu tinha só 12 anos.
(Ora bolas, ainda tenho só 12 anos).
Mas reencontrá-la foi um não reencontro, sob muitos aspectos.
Seus últimos trinta anos tem pouco a ver com nossa cidade natal e com as vivências comuns.
Ela devotou muito aos três filhos, dois casamentos, duas empresas, uma vida paulistana.
Os pais nem moravam mais em Marília.
Fica então uma saudade de algo que não conheci, uma nostalgia do que não vi.
E a vida correndo pra onde?
Espero que todos sejamos abençoados com mais amores, mais cores, mais flores, mais vinhos frutados de Bordeaux, do rosé ao tinto profundo (saí da Zahil munido de 3 boas garrafas, uma libanesa, uma brasileira e uma torrontésinho que tanto afaga minha sede de lembranças portenhas).
La vita é bella.
quinta-feira, 25 de abril de 2019
https://shasca.blogspot.com/2018/08/dulce-musa.html

DULCE MUSA
ó rainha da vida,
tão doce neste teu jeito ímpar
de saciar os mais recônditos desejos
afagar-nos o peito
quando a arder em clamor
só tu
fiel companheira de tantas horas
sabes a fúria contida num silêncio
segues pari passu nosso caminhar tolhido
acaricias o corpo febril
envolto em correntes milenares
só tu
sorris ao sonho dos desgarrados,
dos atirados ao limbo
ó sedutora ira
virá o amor suplantar-te em sinceridade?
haverá outra tábua para esses involuntários tripulantes
temidos que são
pelo resto da barca?
ó Dulcíssima
beijai esses lábios rasgados
essas gargantas proibidas
redimí esses corpos
oprimidos que são
pela contida amargura da almaterça-feira, 23 de abril de 2019
Demanda, ou coisa mandada
Meti a Vale no pau.
Pedi peri e recebi hora de almoço.
A Vale vendeu.
A Yara que pague.
Vou pegar meus 70% e viajar.
Voltar à Liège, El Jadida, Lakeland, Cajati, Catalão, Cubatão, me meter em João Pessoa e Natal, em Manaus, e Rio Branco, em Macapá, quiçá, em Palmas e no Jalapão, talvez na Campos Belos do Marten. Bonita e Cuiabá, CampoGrande e Cáceres. Porto Velho e Boa Vista.
Um dinheiro pré aposentadoria.
Aos pés do fim da vida.
Terceira idade.
55 esse sábado.
Aproveitar enquanto o dente não cai, o cabelo não cai e o pinto não cai. A mente. O físico.
Aproveitar enquanto respiro, ando, durmo até que bem.
Enquanto não sou pobre, um vagabundo feliz, envelhescente.
Vai vida ser gauche.
Vai Raimundo que é rima pobre de mundo.
Vai Ramalho que é rima do baralho.
Vai Roberto, não te quero perto, digo, vai.
Como falou o Waly Salomão, perambula.
É teu único talento.
Vai ser peripatético.
Vai arrastar tua corrente antes que a bruma seja carne e o esquecimento o legado.
Silêncio mineral.
Não me queime nessa Vila Alpina.
Me enterrem na beira de um rio, talvez num campo santo como aquele de Savannah.
Deixem os micro e macróbios roerem e putrefarem essa carcaça que então já não será minha nem fará falta.
Quero os fantasminhas camaradas ao lado.
Se tiver, que venham espíritos de luz, alegres e inteligentes.
Por que de gente chata já basta nessa Terra de meu Deus do ateu.
Daqui prá frente o jogo já passou dos 45.
É tudo acréscimo.
Vamos jogandinho.
Quem sabe sai um golzeto para alegrar.
Mas nem precisa.
Gosto da partida.
Pedi peri e recebi hora de almoço.
A Vale vendeu.
A Yara que pague.
Vou pegar meus 70% e viajar.
Voltar à Liège, El Jadida, Lakeland, Cajati, Catalão, Cubatão, me meter em João Pessoa e Natal, em Manaus, e Rio Branco, em Macapá, quiçá, em Palmas e no Jalapão, talvez na Campos Belos do Marten. Bonita e Cuiabá, CampoGrande e Cáceres. Porto Velho e Boa Vista.
Um dinheiro pré aposentadoria.
Aos pés do fim da vida.
Terceira idade.
55 esse sábado.
Aproveitar enquanto o dente não cai, o cabelo não cai e o pinto não cai. A mente. O físico.
Aproveitar enquanto respiro, ando, durmo até que bem.
Enquanto não sou pobre, um vagabundo feliz, envelhescente.
Vai vida ser gauche.
Vai Raimundo que é rima pobre de mundo.
Vai Ramalho que é rima do baralho.
Vai Roberto, não te quero perto, digo, vai.
Como falou o Waly Salomão, perambula.
É teu único talento.
Vai ser peripatético.
Vai arrastar tua corrente antes que a bruma seja carne e o esquecimento o legado.
Silêncio mineral.
Não me queime nessa Vila Alpina.
Me enterrem na beira de um rio, talvez num campo santo como aquele de Savannah.
Deixem os micro e macróbios roerem e putrefarem essa carcaça que então já não será minha nem fará falta.
Quero os fantasminhas camaradas ao lado.
Se tiver, que venham espíritos de luz, alegres e inteligentes.
Por que de gente chata já basta nessa Terra de meu Deus do ateu.
Daqui prá frente o jogo já passou dos 45.
É tudo acréscimo.
Vamos jogandinho.
Quem sabe sai um golzeto para alegrar.
Mas nem precisa.
Gosto da partida.
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Coletânea frenética
Com Alex quero enriquecer.
Xande de mudança começa semana em Marília na "casa do pai".
Dele.
Mau prometi empréstimo.
Cida sempre.
Nena partiu antes.
Foi dormir mais cedo.
Cê e San e todos demais bem, como se alguém ficasse bem com dramas assim.
Lucila firme.
Cadê Paulo?
Ariel foi comigo na Missa no Carmo na Pontinha da Praia, quase Porto, quase Guarujá.
Gil vai voar em breve.
Morar em Brasília.
Apareceu moça nova, digo mulher da minha idade nova.
Ganhei demanda da Vale.
Merecem perder.
Yara tá indo.
Mosaic vai bem.
Ricardinho vai pagar o pau de trabalhar para pilantras.
Quem sabe assim quebra a crista e se assume.
No mais é a vida ávida.
E deixem os Bolsonaros morrerem à míngua se enrolando com teleprompters.
Sorte que ele é burro para não poder vir me prender.
Se inteligente fosse ia cumprir as piores promessas.
Mas é um cu sujo.
Melhor que alguém que organize essa bagaça pro mau.
Amém.
Xande de mudança começa semana em Marília na "casa do pai".
Dele.
Mau prometi empréstimo.
Cida sempre.
Nena partiu antes.
Foi dormir mais cedo.
Cê e San e todos demais bem, como se alguém ficasse bem com dramas assim.
Lucila firme.
Cadê Paulo?
Ariel foi comigo na Missa no Carmo na Pontinha da Praia, quase Porto, quase Guarujá.
Gil vai voar em breve.
Morar em Brasília.
Apareceu moça nova, digo mulher da minha idade nova.
Ganhei demanda da Vale.
Merecem perder.
Yara tá indo.
Mosaic vai bem.
Ricardinho vai pagar o pau de trabalhar para pilantras.
Quem sabe assim quebra a crista e se assume.
No mais é a vida ávida.
E deixem os Bolsonaros morrerem à míngua se enrolando com teleprompters.
Sorte que ele é burro para não poder vir me prender.
Se inteligente fosse ia cumprir as piores promessas.
Mas é um cu sujo.
Melhor que alguém que organize essa bagaça pro mau.
Amém.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Se liga na visão
O complô é da CIA com a KGB, a Mossad, o serviço secreto britânico, sni, abin, stf e com tudo.
Tomar o Brazil.
Lula preso.
Faca fake.
Marielle morta e todas eleições fraudadas.
Se não nas máquinas de botões, nas mentes que acionam dedos que os apertam.
Mourão toma o poder e a ditadura se escancara.
"Petralha bom é petralha morto".
"Se é prá tombar, tombei"!
Karol Conká...
Essa distopia não se enfraquece.
É #LulaLivre e #BozoEMoroNaCadeia.
Meu irmão jaranguando preocupa.
Minha mãe a não durar pará sempre (quem duraria?).
Um gosto amargo de orfandade parcial indo para total.
Meu irmão fora da Abas a cuidar de idosos, a Inês firme na magistratura.
E o Gil voando, o Ariel se formando.
O que será de mim nesse ninho?
Vazio!
E a mulherada do app a me ajudar.
Nem tantas, mãos amigas, VA´s.
Que venham as Vivis, Fers, Sans, Rôs, Lus, Claus.
Amém.
Vai passar.
Tudo é passageiro na vida!
Menos o motora e o do troco.
Tomar o Brazil.
Lula preso.
Faca fake.
Marielle morta e todas eleições fraudadas.
Se não nas máquinas de botões, nas mentes que acionam dedos que os apertam.
Mourão toma o poder e a ditadura se escancara.
"Petralha bom é petralha morto".
"Se é prá tombar, tombei"!
Karol Conká...
Essa distopia não se enfraquece.
É #LulaLivre e #BozoEMoroNaCadeia.
Meu irmão jaranguando preocupa.
Minha mãe a não durar pará sempre (quem duraria?).
Um gosto amargo de orfandade parcial indo para total.
Meu irmão fora da Abas a cuidar de idosos, a Inês firme na magistratura.
E o Gil voando, o Ariel se formando.
O que será de mim nesse ninho?
Vazio!
E a mulherada do app a me ajudar.
Nem tantas, mãos amigas, VA´s.
Que venham as Vivis, Fers, Sans, Rôs, Lus, Claus.
Amém.
Vai passar.
Tudo é passageiro na vida!
Menos o motora e o do troco.
Novo inventário de cidades e gentes e feitos
Marília por que ali me pariu a santa da Cida em 64.
Na barriga da fartura nasci mariliense. Se não foi na Gota, diria Santa Casa.
A verificar na certidão de nascimento.
Terra de meu avô e de meu pai, de alguns tios (Eduardo é goiano de Mineiros, como Clóvis, Julieta e Erasmo. Iracema é de Icém, Cota de Bauru e só Renato e meu pai, filhos da Claudimira eram naturais de Marília). Cida, Paulo, Joaquim, José, Lúcia, Alfredo, Luís e Sebastião são todos matogrossenses? (Me acode Tio Paulo Egydio! Que nada! Nem no livro dele tem essa informação. Vou conferir).
Campinas foi a segunda. EsPCEx. 79. Eu e o Camillo Bassi.
Marília até 81. João Feres, Nelson Pozzi, Sergio Giraldi, Maurício Faria.
Sampa em 82, Poli. Paulo Mesquita, Flávio de Oliveira Lima.
Unicamp 84, depois dos tiros no pai em Assis.
Minha Campinas querida. João e Maurício. Serjão. Sampaio Ferraz 175; casa no Bosque tá lá ainda.
Em 86 uma trip mariliense. Kátia Crisitna Cardoso. Da Famema e Unesp.
Mais Campinas, Sociais, IQ, EQ, PP...Salve Caetano, pai postiço, irmão mais velho. Avohai.
Cajati de 90 a 2016. Ariel e Gil. Edite e família, Robertinho Bueno. Philippão, Denis, Michel, Bernard, Dalton, Júlio, Pires, Arnaldo, Vinicius, Seu Mário Cerqueira (sem parentesco). Bárbara. Mônica. Zé Luiz. Paulão. Rossi. Kassem. Márcio Halla, Zé Maria de Ibirarema, Sérgio Haddad de Ourinhos. e mais 100 e mais mis. Encurto e muito o período mais fértil de minha carreia e vida.
Sampa de 2016 e até agora. Itaim Bibi, ruas Japão e da Mata. Passagem pela Cunha Gago. Valeu Niel.
Com interrupções.
2008 primeira expatriação no Marrocos. Ibn Habbous, 75, El Jadida.
2009 Suzano, Produquimica. Gerhard e Andre e outros mil. De novo só listo diretores, como referência. Mas tinha uma pá de gente, muitos bons. Alguns ótimos. Outros, deixei prá lá.
2010 ICL, Ricardinho.
2011 Vale, Luis Quirino e Paul. Ataíde. Chrisitian, Lili, Carol, Erica, David, Marcelo Lucio, e um milhão na baixada santista, no cerrado, na vale toda. Que fim triste. 7 de Janeiro de 2010 meu segundo aniversário, quase todos pelos ares. Ia ser pior que Brumadinho.
Demitido no fim daquele janeiro fatídico.
Engatei o 2o expatriamento em Março de 17.
Lakeland, Marten, Chuck, Jamie, Wes, Sam, David, Carl, Kim, Frankie, Steve, Karen, colegas da KEMWorks e alunos e preofessores do MBA da FSU.
Voltei um ano e meio depois. Miriam se foi.
Bozo foi eleito em Outubro, 28, de 18.
Danieli, Sandra, Vivi, Faria, irmãos tantos.
A Bárbara de novo por perto, só fisicamente, um abismo a separar.
Aqui estou. Duas depressões mais velho, velhaco.
20 pedras no rim direito, hemorróidas, diverticulose e lite.
Presbíope, com caspa e frieira. Míope e astigmata desde os 13.
Calvo? Grisalho? Pele de mexirica, enrugando, gordo como o quê.
2019 é Mitsui e uma imensa japonesada e vontade de Avenida paulista, IFFCO, Coromandel, Isusa, Bunge Ramallo, e Quimpac, Callao, Lima, Peru.
"É preciso juventude para que eu me torne avô!"
Na barriga da fartura nasci mariliense. Se não foi na Gota, diria Santa Casa.
A verificar na certidão de nascimento.
Terra de meu avô e de meu pai, de alguns tios (Eduardo é goiano de Mineiros, como Clóvis, Julieta e Erasmo. Iracema é de Icém, Cota de Bauru e só Renato e meu pai, filhos da Claudimira eram naturais de Marília). Cida, Paulo, Joaquim, José, Lúcia, Alfredo, Luís e Sebastião são todos matogrossenses? (Me acode Tio Paulo Egydio! Que nada! Nem no livro dele tem essa informação. Vou conferir).
Campinas foi a segunda. EsPCEx. 79. Eu e o Camillo Bassi.
Marília até 81. João Feres, Nelson Pozzi, Sergio Giraldi, Maurício Faria.
Sampa em 82, Poli. Paulo Mesquita, Flávio de Oliveira Lima.
Unicamp 84, depois dos tiros no pai em Assis.
Minha Campinas querida. João e Maurício. Serjão. Sampaio Ferraz 175; casa no Bosque tá lá ainda.
Em 86 uma trip mariliense. Kátia Crisitna Cardoso. Da Famema e Unesp.
Mais Campinas, Sociais, IQ, EQ, PP...Salve Caetano, pai postiço, irmão mais velho. Avohai.
Cajati de 90 a 2016. Ariel e Gil. Edite e família, Robertinho Bueno. Philippão, Denis, Michel, Bernard, Dalton, Júlio, Pires, Arnaldo, Vinicius, Seu Mário Cerqueira (sem parentesco). Bárbara. Mônica. Zé Luiz. Paulão. Rossi. Kassem. Márcio Halla, Zé Maria de Ibirarema, Sérgio Haddad de Ourinhos. e mais 100 e mais mis. Encurto e muito o período mais fértil de minha carreia e vida.
Sampa de 2016 e até agora. Itaim Bibi, ruas Japão e da Mata. Passagem pela Cunha Gago. Valeu Niel.
Com interrupções.
2008 primeira expatriação no Marrocos. Ibn Habbous, 75, El Jadida.
2009 Suzano, Produquimica. Gerhard e Andre e outros mil. De novo só listo diretores, como referência. Mas tinha uma pá de gente, muitos bons. Alguns ótimos. Outros, deixei prá lá.
2010 ICL, Ricardinho.
2011 Vale, Luis Quirino e Paul. Ataíde. Chrisitian, Lili, Carol, Erica, David, Marcelo Lucio, e um milhão na baixada santista, no cerrado, na vale toda. Que fim triste. 7 de Janeiro de 2010 meu segundo aniversário, quase todos pelos ares. Ia ser pior que Brumadinho.
Demitido no fim daquele janeiro fatídico.
Engatei o 2o expatriamento em Março de 17.
Lakeland, Marten, Chuck, Jamie, Wes, Sam, David, Carl, Kim, Frankie, Steve, Karen, colegas da KEMWorks e alunos e preofessores do MBA da FSU.
Voltei um ano e meio depois. Miriam se foi.
Bozo foi eleito em Outubro, 28, de 18.
Danieli, Sandra, Vivi, Faria, irmãos tantos.
A Bárbara de novo por perto, só fisicamente, um abismo a separar.
Aqui estou. Duas depressões mais velho, velhaco.
20 pedras no rim direito, hemorróidas, diverticulose e lite.
Presbíope, com caspa e frieira. Míope e astigmata desde os 13.
Calvo? Grisalho? Pele de mexirica, enrugando, gordo como o quê.
2019 é Mitsui e uma imensa japonesada e vontade de Avenida paulista, IFFCO, Coromandel, Isusa, Bunge Ramallo, e Quimpac, Callao, Lima, Peru.
"É preciso juventude para que eu me torne avô!"
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