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"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

domingo, 18 de dezembro de 2011

Estio

O chão quente
Recebia a chuva fria
Com prazer

Exalava vapores
Com olor
De terra molhada

Passarinhos
E eu
Gritávamos
De alegria

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Novo programa de índio de Fátima Bernardes

Devido à questão beleza em HD, Fátima deixando o JN deve apresentar um programa concorrente ao de Ana Maria Braga, talvez na linha, "Mais velha, e daí?".
Hebe aguarda o convite, Maria Lídia Flandoli nega que esteja em negociações.
Haverá geriatras e reumatologistas quase todo dia nas entrevistas, além de dermatologistas e oncologistas, cirurgiões plásticos e assuntos domésticos tomarão a pauta.
No setor gastronômico, Palmirinha caprichará no visual e na garantia de que apresentadora, digo, "panela velha é que dá comida boa!".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Repórter Amaury Ribeiro Jr acusa tucanos de terem ensinado a Fernandinho Beira Mar e a outros gangsters brasileiros como lavar dinheiro no Brasil. E promete novo livro sobre FHC e sobre a imprensa vendida e controlada pela mesma máfia

Excerto de entrevista ao portal Terra)
Em A Privataria Tucana, você afirma que faria parte das operações uma sociedade entre Verônica Serra, filha do ex-governador Serra, e Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas.

Amaury - É verdade, conta a história da Verônica Serra com a Verônica Dantas. Isso era um pagamento de propina muito evidente para o clã Serra. Inventaram essa sociedade entre elas em Miami. Quem investe nessa sociedade? Os consórcios que investiram e ganharam (na privatização): o Opportunity, o Citibank. Eles que dão o dinheiro, está no site deles próprios. Em 2002, Serra era candidato a presidente do Brasil, o Dantas quis chantagear. Quem revelou isso aí? Fui eu, o jornalista investigativo? Foi a própria revista IstoÉ Dinheiro que revelou a sociedade de Dantas e o clã Serra. Porque ele tinha dificuldade em compor a Previ, do governo, do Banco do Brasil. Ele estava chantageando os tucanos para compor com ele. Você vê como o Dantas é manipulador nessa história toda. Primeiro veio a matéria para justificar o dinheiro dessa corrupção, dizendo que a Verônica Dantas havia enriquecido porque era uma mártir das telecomunicações. Depois, veio uma matéria fajuta... Quando não o satisfazia, (Dantas) ele chantageou o Serra. Para compor com a Previ, que estava com problemas com a Telecom, naquele processo todo. Descobri que a sociedade de Verônica Dantas e Verônica Serra não acabou, como disseram, foi para as Ilhas Virgens, sendo operada pelo Ricardo Sérgio. Para quê? Jogar dinheiro aonde? Pra própria filha do governador do Serra. Mapeei o fluxo do dinheiro, esses caras roubaram, receberam propina, e a propina está rastreada. O dia em que o Dantas deu a propina da privatização, peguei a ponta batendo no escritório da filha dele lá no (bairro paulistano do) Itaim-Bibi. O Dantas pagou pro Serra. A parte da propina do Serra está documentada.

Paulópis (in http://www.estacoesferroviarias.com.br/p/paulopolis.htm)

HISTORICO DA LINHA: O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista. Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado, suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998 operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos.

A ESTAÇÃO: A estação de Paulópolis foi aberta em 1940, usando a letra P, apesar da estação anterior, Pompéia, já a ter utilizado. Em 1986, a estação estava já abandonada e depredada. Porém, foi reformada em seguida, infelizmente com a construção de um muro ao longo da plataforma, como se pode ver na foto. "A estação está descaracterizada. Todas as portas e janelas foram lacradas com tijolos até ao teto e um muro foi construído em toda sua extensão. As placas de denominação da estação ainda estão por lá. Toda a área em volta da estação foi cercada com alambrado. No prédio da estação e no armazém ao lado, existem faixas que dizem que os imóveis são de propriedade da RFFSA. No prédio da estação existe uma placa dos Correios e Telégrafos (não sei se funciona) e o prédio também é utilizado pelo Governo SP para o programa Viva Leite. O armazém é utilizado como creche. Ao lado ainda existe uma casa de turma habitada" (Fabio Vasconcelos, 07/09/2001). O prédio em 2008 estava "lacrado" em sua parte da platafomra, ou seja, desapareceram portas e janelas, cobertas por alvenaria. Total descaracterização, além da construção de dois muros, um de cada lado, sobre o limite da plataforma.

Veio no lenho II

Não canso
Do xilema
O olhar
Matizes

Veias
Madeiras
Aconchegam

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mai ôi, quem quer dinheiro???

Uma pesquisa recente feita pela UK's Future Poll, empresa internacional de pesquisas de consumo e mercado, mostrou que Silvio Santos, que completa 81 anos hoje, é o homem mais admirado no país.

domingo, 11 de dezembro de 2011

As canções

Eduardo Coutinho nos brinda com um filme "simples" ("anônimos" cantam uma música e descrevem porque aquela é "a" música de sua vida), nem por isso raso.
A profundidade é dada pelas personagens.
Geralmente contam histórias de amor, bem ou mal sucedidas.
Mas há também a lembrança da mãe, do pai, de uma situação, etc.
Todas falas são, psicanaliticamente, ícones de uma outra memória, "traumática" ou não, mas sempre reveladoras de um indivíduo.
E a soma dessas individualidades traça uma história recente do país.
Cariocas quase todos, moradores do Grande Rio, pessoas de hoje, a maioria não jovens, servem como um retrato das pessoas com quem trombamos (ou somos).
A colcha de retalhos do Brasil está ali, cantando e vivendo, revelando para milhares de espectadores seus segredos, suas mágoas passadas, seus avessos.
E chegamos à conclusão que vidas simples são sempre parecidas com as nossas!