Mon corps reste ici...a São Paulo, mais...
Mon âme se promene
A El Jadida
A la Cité Portugaise
A la Mellah
Au La Villa
Et le Cemiétere Israelite!
Samedi matain
Je achete le
Aujourdhui au Maroc
Pres du Bureau de Timbres
Et du Bank Al Maghrib
Je prend un cahua
Avec un shisha
Au Marhaba a Ibn Khaldoun
Mon jus de oranges
Mon thé a mente
Nâanâa
Touma
Badenjel
Les onions
La viande au
Butchera du Kodiat Ben Driss
Au bien des poissons au Port
Ou au Marché Français!
Je suis un que vit
Et un que rêve!
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
Postagem em destaque
"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
sábado, 26 de novembro de 2011
Vale shake-up over direction
By Samantha Pearson in Rio de Janeiro (The Financial Times).
Vale, the world’s biggest miner of iron ore by volume, replaced its chief financial officer as part of a major management reshuffle. Murilo Ferreira, the head of the mining company, presented a proposal to the board on last Thursday putting forward Tito Martins, the head of base metals, as the new chief financial officer and suggesting the replacement of other top executives.
Despite privatising the company over a decade ago, the government has recently sought to align Vale more closely with national interests by encouraging the miner to develop Brazil’s steel and shipbuilding industries.
The replacement of Mr Agnelli by Mr Ferreira came as a relief to many, and six senior managers left the company after the appointment, putting further some pressure on the shares.
In the latest reshuffle, announced late on Monday night, Vale said it would remove from its executive board the current director for finance and investor relations, Guilherme Calvalcanti, the head of fertilisers, Mario Barbosa, and its director of exploration, energy and projects, Eduardo Ledsham. However, it declined to comment about whether the men would remain at the company in different roles.
Vale also said it would ditch some executive positions and share out the responsibility for planning, new business development, operations, marketing and sales.
“This model will help us reach our growth goals and consolidate our business, with the aim of further strengthening the company,” the Rio de Janeiro-based miner said.
Despite the drastic management overhaul, the promotion to CFO of Mr Martins, a company veteran and previously the favourite for Mr Agnelli’s job, is likely to calm investors’ nerves, analysts said.
“He’s well thought of and a very competent guy,” said Pedro Galdi, an analyst at SLW Corretora in São Paulo.
Mr Martins won the respect of many of his colleagues for his role in the acquisition of Toronto-based Inco, a large miner of nickel.
In spite of the sharp slowdown in the domestic economy, Vale has continued to pursue new mining projects.
On Tuesday, the company said its board had approved a $6bn expansion of its Moatize coal project in Mozambique. The investment is expected to boost the plant’s production to 22m tonnes a year as the company looks to Africa for fresh resources.
Vale, the world’s biggest miner of iron ore by volume, replaced its chief financial officer as part of a major management reshuffle. Murilo Ferreira, the head of the mining company, presented a proposal to the board on last Thursday putting forward Tito Martins, the head of base metals, as the new chief financial officer and suggesting the replacement of other top executives.
Despite privatising the company over a decade ago, the government has recently sought to align Vale more closely with national interests by encouraging the miner to develop Brazil’s steel and shipbuilding industries.
The replacement of Mr Agnelli by Mr Ferreira came as a relief to many, and six senior managers left the company after the appointment, putting further some pressure on the shares.
In the latest reshuffle, announced late on Monday night, Vale said it would remove from its executive board the current director for finance and investor relations, Guilherme Calvalcanti, the head of fertilisers, Mario Barbosa, and its director of exploration, energy and projects, Eduardo Ledsham. However, it declined to comment about whether the men would remain at the company in different roles.
Vale also said it would ditch some executive positions and share out the responsibility for planning, new business development, operations, marketing and sales.
“This model will help us reach our growth goals and consolidate our business, with the aim of further strengthening the company,” the Rio de Janeiro-based miner said.
Despite the drastic management overhaul, the promotion to CFO of Mr Martins, a company veteran and previously the favourite for Mr Agnelli’s job, is likely to calm investors’ nerves, analysts said.
“He’s well thought of and a very competent guy,” said Pedro Galdi, an analyst at SLW Corretora in São Paulo.
Mr Martins won the respect of many of his colleagues for his role in the acquisition of Toronto-based Inco, a large miner of nickel.
In spite of the sharp slowdown in the domestic economy, Vale has continued to pursue new mining projects.
On Tuesday, the company said its board had approved a $6bn expansion of its Moatize coal project in Mozambique. The investment is expected to boost the plant’s production to 22m tonnes a year as the company looks to Africa for fresh resources.
sábado, 19 de novembro de 2011
Eu quero é rosetar
Pouco me importa que a mula européia-norte americana-japonesa manque!
Quero é meter-lhes as rosetas pontiagudas nas ilhargas!
Pula bicho e vê se me derruba!
E os chineses querendo dominar o mundo, em coalização ainda ensaiada com os indianos?
Fodam-se!
Cristão, muçulmano, induísta e shinto ou confucionista prá mim dá na mesma.
Merda!
Não quero retroceder um passo nessa longa caminhada anti machista, anti violência, anti autoritária, anti-religiosa e anti consumista.
Quero é ser comunista!
Chega.
Tou com o saco cheio de pagar pau prá gregos e troianos.
É espanhol, português, inglês, italiano, americano, japonês e o escambau a nos sugar.
Quero que fiquem pobres e vão de novo prás roças, prás mercearias, trabalharem como mouros.
Fuderam o mundo.
Paguem caro.
Que se fodam.
Quero é meter-lhes as rosetas pontiagudas nas ilhargas!
Pula bicho e vê se me derruba!
E os chineses querendo dominar o mundo, em coalização ainda ensaiada com os indianos?
Fodam-se!
Cristão, muçulmano, induísta e shinto ou confucionista prá mim dá na mesma.
Merda!
Não quero retroceder um passo nessa longa caminhada anti machista, anti violência, anti autoritária, anti-religiosa e anti consumista.
Quero é ser comunista!
Chega.
Tou com o saco cheio de pagar pau prá gregos e troianos.
É espanhol, português, inglês, italiano, americano, japonês e o escambau a nos sugar.
Quero que fiquem pobres e vão de novo prás roças, prás mercearias, trabalharem como mouros.
Fuderam o mundo.
Paguem caro.
Que se fodam.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Lula careca e sem barba
Temi pela saúde de Dilma, que urubólogos de plantão davam como precária.
A mulher se curou de seu linfoma e está aí a governar como a leoa que é.
Agora vem o Lula, "velho", sorridente com a esposa que parece realmente amar, como se um câncer na laringe não fosse nada.
Ou como se fosse o que é, doença ruim, mas que pega um homem que se já dá por satisfeito, que não tem mais ambições da juventude, que já deu sua não pequena contribuição para a evolução política desse país tão complexo...
Torço por ele.
Espero vê-lo com 90, com 100...
A mulher se curou de seu linfoma e está aí a governar como a leoa que é.
Agora vem o Lula, "velho", sorridente com a esposa que parece realmente amar, como se um câncer na laringe não fosse nada.
Ou como se fosse o que é, doença ruim, mas que pega um homem que se já dá por satisfeito, que não tem mais ambições da juventude, que já deu sua não pequena contribuição para a evolução política desse país tão complexo...
Torço por ele.
Espero vê-lo com 90, com 100...
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Novos dados do Censo de 2010 apontam um Brasil que evolui
Na educação, o analfabetismo entre as pessoas de 15 anos ou mais caiu de 13,6% em 2000 para 9,6% em 2010.
Apenas 3,4% de todas as mortes no país em 2010 ocorreram antes do primeiro ano de vida, segundo os Indicadores Sociais Municipais do Censo Demográfico 2010, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira.
De acordo com estatísticas do Registro Civil, o índice era de 23,3% em 1980, o que configura um declínio de 85,4% nas mortes antes do primeiro ano.
Mas a desigualdade de renda ainda é gritante: os 10% mais pobres ganhavam apenas 1,1% do total de rendimentos. Já os 10% mais ricos ficaram com 44,5% do total.
"Se muito vale o já feito, mas vale o que será!"
Apenas 3,4% de todas as mortes no país em 2010 ocorreram antes do primeiro ano de vida, segundo os Indicadores Sociais Municipais do Censo Demográfico 2010, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira.
De acordo com estatísticas do Registro Civil, o índice era de 23,3% em 1980, o que configura um declínio de 85,4% nas mortes antes do primeiro ano.
Mas a desigualdade de renda ainda é gritante: os 10% mais pobres ganhavam apenas 1,1% do total de rendimentos. Já os 10% mais ricos ficaram com 44,5% do total.
"Se muito vale o já feito, mas vale o que será!"
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
A pele que habito
O novo filme de Almodóvar tem novidades...
As cores berrantes dos figurinos e cenários foram substituídas pelo contraste entre o moderno dos eletrodomésticos e revestimentos domésticos, das BMW, dos ternos e vestidos da "última moda" e o "eterno" das construções toledanas.
Mas vamos ao cerne: os dois "filhos" de Marilia (sim, a personagem da grande Marisa Paredes chama-se Marília e essa não é a única referência ao nosso país...) não poderiam ser mais profundamente perturbados. Um é o cirurgião e pesquisador Robert Ledgard (vivido por Antonio Banderas) e o outro é um ladrão escroque capaz de vender a própria mãe...
Robert (chamado carinhosamente de Berto por Marilia) pesquisa uma pele artficial transgênica, pois com ela poderia ter salvado a mulher que o deixou viúvo. Aí ele toca os limites éticos da ciência, e este está longe de ser seu único delito.
Além disso Vera (a deslumbrante espanholinha mignon, Elena Anaya), um misto de cobaia de suas peles e amante platônica do grande cirurgião, vai revelar segredos profundos e viver sua "síndrome de Estocolmo".
Dentro de uma trama cheia de ambiguidades, onde passado e futuro se entrelaçam, mas nunca se confundem (pois a direção magistral é mestre em desenrolar as meadas) discute-se no fundo entre outras coisas o alcance da ciência médica na transformação dos corpos. A beleza "perfeita" de Vera/Elena Anaya contrasta com as marcas do tempo no rosto de Marilia/Marisa Paredes, idem para o contraste de Banderas e jovem Vicente...
Outra possibilidade de discussão, análise e reflexão que o filme propõe é sobre a questão da identidade constituída pelo corpo e pela psiquê. Vera é uma personalidade híbrida: se por lado seu corpo (sua pele) revela um ser feminino, sua psiquê é masculina. A personagem Vicente/Vera busca na força interior equilíbrio e na Arte, a expressão de mundo desintegrado e retalhado através de sua esculturas, desenhos e registros escritos.
Impõe-nos a reflexão: Como viver na pele que habito, uma vez que ela não representa minha identidade,o meu ser?
Ou seja, nesse tempo de disfunções sociais, é preciso nos reconciliarmos com a pele que habitamos...
Valeu, Pedrão!
As cores berrantes dos figurinos e cenários foram substituídas pelo contraste entre o moderno dos eletrodomésticos e revestimentos domésticos, das BMW, dos ternos e vestidos da "última moda" e o "eterno" das construções toledanas.
Mas vamos ao cerne: os dois "filhos" de Marilia (sim, a personagem da grande Marisa Paredes chama-se Marília e essa não é a única referência ao nosso país...) não poderiam ser mais profundamente perturbados. Um é o cirurgião e pesquisador Robert Ledgard (vivido por Antonio Banderas) e o outro é um ladrão escroque capaz de vender a própria mãe...
Robert (chamado carinhosamente de Berto por Marilia) pesquisa uma pele artficial transgênica, pois com ela poderia ter salvado a mulher que o deixou viúvo. Aí ele toca os limites éticos da ciência, e este está longe de ser seu único delito.
Além disso Vera (a deslumbrante espanholinha mignon, Elena Anaya), um misto de cobaia de suas peles e amante platônica do grande cirurgião, vai revelar segredos profundos e viver sua "síndrome de Estocolmo".
Dentro de uma trama cheia de ambiguidades, onde passado e futuro se entrelaçam, mas nunca se confundem (pois a direção magistral é mestre em desenrolar as meadas) discute-se no fundo entre outras coisas o alcance da ciência médica na transformação dos corpos. A beleza "perfeita" de Vera/Elena Anaya contrasta com as marcas do tempo no rosto de Marilia/Marisa Paredes, idem para o contraste de Banderas e jovem Vicente...
Outra possibilidade de discussão, análise e reflexão que o filme propõe é sobre a questão da identidade constituída pelo corpo e pela psiquê. Vera é uma personalidade híbrida: se por lado seu corpo (sua pele) revela um ser feminino, sua psiquê é masculina. A personagem Vicente/Vera busca na força interior equilíbrio e na Arte, a expressão de mundo desintegrado e retalhado através de sua esculturas, desenhos e registros escritos.
Impõe-nos a reflexão: Como viver na pele que habito, uma vez que ela não representa minha identidade,o meu ser?
Ou seja, nesse tempo de disfunções sociais, é preciso nos reconciliarmos com a pele que habitamos...
Valeu, Pedrão!
sábado, 12 de novembro de 2011
O Que Teria Sido Minha Vida?
Sonho?
Sonho de outro sonho?
Imagino seres como eu, perdidos em outras eras.
Intuía a FUGACIDADE!
Sonho de outro sonho?
Imagino seres como eu, perdidos em outras eras.
Intuía a FUGACIDADE!
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