Postagem em destaque

"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Joaquim Vieira Ferreira Levy

O personagem é insólito, por verdadeiro.
Abandona salário de R $ 3milhas por ano enriquecendo astutos via Bradesco e vai ganhar R$ 26 mil e setecentos em Brasília, ajudando a Presidenta a arrumar a casa.!
Parabéns, Joaquim Levy!
Ajude a Dilma a melhorar o Brasil.
Joaquim (permita-me a informalidade): você é um engenheiro, como eu.
Sei que imensamente sabe mais de Economia que eu.
Mas deixa eu falar: a Presidenta fez um grande bem, mantendo esse salário mínimo crescente.
Sei que precisamos dar uma ajeitada nas contas e fazer o Brasil voltar a crescer mais.
Sei que a indústria (onde milito) vai mal, mas uma boa política industrial pode aquecê-la muito.
Temos um povo bom, do qual o senhor é legítimo representante.
Inteligente, correto, realizador, abnegado!
Não votei em si, talvez não tenhas votado na sua nova chefa.
Mas peço que o senhor fique 8 anos ou 12 (esse governo, mais o do Fernando Haddad por oito anos!).
E nos leve a um novo patamar de Brasil, que tenha a sua cara.
Um abraço de um cidadão! E votos infindos de sucesso!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Desdizer

Desdizer
É não falar
Ou falar outra coisa

E desdigo
Essa falta de amor próprio
Esse banzo bicudo
Anti tudo

Essa distopia
De metrópole de represa seca
De rios podres encanados
Contradigo

Quero bosque úmido em flor
Gente gentil gentílica

Desdizer o mal
É bom!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O entendimento é mudo

As palavras são uma forma de poder.
O blogueiro que tem a cara da Veja fala (=escreve) bastante.
O rapaz que me humilhou no Facebook também tinha um monte de palavras difíceis.
Ficou tirando uma de mim, de eu ter que ir "dar um google" no conceito.
Eu já falei demais.
Quero ser uma pedra, um túmulo.
Até que eu entenda alguma coisa, até que alguém me entenda.
Não quero amar mais nada a ponto de parecer o personagem de Louis Garrel no filme de Philippe Garrel (La jalousie - O ciúme).
E também nada quero odiar, nem apressar o passo das coisas da vida.
Que ser passarinho na muda.
Quero não piar mais.

No carro, casamento antigo

- A Indianópolis é prá lá? (apontando prá direita).
- Não. A Indianóplis é essa! (apontando prá esquina).
- Que nada! Essa é a Moreira Guimarães...(apontando prá placa da esquina).
- Sim, mas a Indianópolis está aqui a menos de 10 metros...
- Com você não dá prá conversar, vive me contradizendo. É maluco!
- E você é implicante e encrenqueira!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

sábado, 15 de novembro de 2014

Sábado véspera da 1a fase da Vunesp

Festa de 18 anos do Gil.
Véspera do vestibular de Araraquara (Farmácia) do Ariel.
Disse o Gil que mais de 20 virão beber.
Esquenta.
Antes da balada no Anexo B na Augusta.
Não tenho mais filho de menor.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Lica

Todos brincávamos: era a cachorra mais feia do mundo.
Tinha sido achada na rua.
A espinhela meio quebrada.
Depois desenvolveu halitose entre os dentes tortos.
Disso o carinho da Tia a tinha livrado, com auxílio de um bom odonto-veterinário.
A tudo ela sobrevivera.
A viuvez da Tia, a morte da prima.
Até o nervosismo meio paranóico (que traumas sofrera?) ela tinha superado.
Se tornara um cadelinha boa, querida.
Até bonitinha.
Pelos duros desalinhados, meio terrier, meio vira lata.
Agora a Tia achara um bom apartamento para ela e o neto.
Tudo se encaminhara, ela só tinha que saber o que fazer com a cadela.
Pensou em amigas.
Até um hotelzinho já verificara o preço.
Precavida.
Saíram cedo.
Conseguir o consentimento do neto, o herdeiro, na escolha do apartamento.
Quando voltaram a Lica estava morta!