Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
Postagem em destaque
"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 29 de abril de 2012
Mais um filme do bom!
Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios...o filme espero que ainda menor que o livro do Marçal Aquino que devo comprar em breve, conterrâneo, escritor contemporâneo paulistano e o filme a nos apontar que os paus de arara estão ainda por aí, de cafundós paraenses a Copacabanas, democracia jovem a se madurar, esperar ativamente, mudar....
sábado, 28 de abril de 2012
48 anos
Era eu já um senhorzinho e estranhava quando olhava os da minha idade e os achava velhos, como se eu já não fosse também. Em outras vezes notava alguém mais jovem ou conservado e invejava a ausência de cabelos brancos..."Seja o que for, já nos une"...Acordei e retribuí "no Face", os amigos queridos que postaram, sonhei, andei, fui no comércio na manhã fria e nublada de outono, meu natalício, meu dia, nova "primavera", quantas virão? "Sem desamor, sem intriga"!
Além de Amar, Djavan
Quero esquecer
É como nódoa e não sai
Nem pra fugir
Sair já não me distrai
Como extinguir
As sobras de uma paixão
Retidas no mais secreto vão
Tanto a dizer
Mas tais palavras não saem
Donas de si
Para não me verem ruir me traem
Eu me perdi e não sei como explicar
O que foi que eu fiz além de amar
Ou é desamor ou é intriga
Seja o que for
Já nos desune
Se é por amar que a gente briga
Bem pode ser ciúme
Mas tudo é pouco pra tanto sofrer
Sem razão
Pra convencer meu coração
terça-feira, 24 de abril de 2012
Fernando Haddad e Luíza Erundina
Nessa manhã essa passou a ser a chapa (Prefeito e Vice Prefeita) dos meus sonhos para a cidade de São Paulo!
domingo, 22 de abril de 2012
Venho no lenho
Há muito
Viajo
Nas veias
desse xilema
Poema
Trato
Os tacos
De madeira
Nutro
De maneira
Agradável
Cuido
Colo
Resino
Pulo
Viajo
Nas veias
desse xilema
Poema
Trato
Os tacos
De madeira
Nutro
De maneira
Agradável
Cuido
Colo
Resino
Pulo
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Música no Centro, Maestro!
Fui no Vigilantes do Peso na Rua São Bento.
Meu peso não caiu, mas não subiu, tanto melhor.
Comprei bolo Laetere (farinha e lascas de amêndoas) no Mosteiro de São Bento, comi filé à parmegiana e dois chopps no Café Girondino.
Na saída, na Praça Antônio Prado, os “Trovadores Urbanos” faziam no coreto uma homenagem ao Rei Roberto Carlos, que por acaso nasceu em Cachoeiro de Itapemirim em 19 de Abril de 1941, portanto hoje faz 71 anos.
Pediram para alguém cantar num microfone que estava lá para isso.
Lasquei meu melhor “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos” e saí feliz com o karaokê improvisado, o canto do público me apoiando e os aplausos.
Voltei pela Barão de Itapetininga e ali logo depois do Teatro Municipal um travesti com peruca gigantesca de arco-íris fazia um showzinho e mandava um Gonzaguinha (“quero sentir a dor dessa manhã, rompendo rasgando, desvirginando a madrugada...”). Fiquei emotivo e deixei 5 mangos na cartolinha que ela usava para coletar as ajudas.
Como já estava na hora, passei no Labaki Cabeleleiros e tosei os caracóis dos meus cabelos. No rádio, o repertório ia da Pitty cantando “o mundo acaba hoje e eu estarei dançando”... até os “Garotos” do Leoni...
Meu peso não caiu, mas não subiu, tanto melhor.
Comprei bolo Laetere (farinha e lascas de amêndoas) no Mosteiro de São Bento, comi filé à parmegiana e dois chopps no Café Girondino.
Na saída, na Praça Antônio Prado, os “Trovadores Urbanos” faziam no coreto uma homenagem ao Rei Roberto Carlos, que por acaso nasceu em Cachoeiro de Itapemirim em 19 de Abril de 1941, portanto hoje faz 71 anos.
Pediram para alguém cantar num microfone que estava lá para isso.
Lasquei meu melhor “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos” e saí feliz com o karaokê improvisado, o canto do público me apoiando e os aplausos.
Voltei pela Barão de Itapetininga e ali logo depois do Teatro Municipal um travesti com peruca gigantesca de arco-íris fazia um showzinho e mandava um Gonzaguinha (“quero sentir a dor dessa manhã, rompendo rasgando, desvirginando a madrugada...”). Fiquei emotivo e deixei 5 mangos na cartolinha que ela usava para coletar as ajudas.
Como já estava na hora, passei no Labaki Cabeleleiros e tosei os caracóis dos meus cabelos. No rádio, o repertório ia da Pitty cantando “o mundo acaba hoje e eu estarei dançando”... até os “Garotos” do Leoni...
Moçambique, Nova América
Nós portugas viemos dando pelo mar até os costados da América, ao norte pelos Açores e ao Sul pela Madeira. Já íamos lá por Mazagão, Guiné, Angola e Moçambique faz tempo. Entonces que os 70 e 80 nós retornamos muitos de Angola e Moçambique. Os brasileiros já os temos por filhos sempre.
E agora vão os portugas brasileiros a colonizar Moçambique.
Notem que aqui a palavra colonizar vem suavizada, esperamos que limpa.
Fazer aí colônias. Temos também que povoar, se mestiçar. Ir ao fundo da tribo, da machamba, do baobá.
Inseminávamos.
Era Tete e Nampula, longe de Maputo.
E agora vão os portugas brasileiros a colonizar Moçambique.
Notem que aqui a palavra colonizar vem suavizada, esperamos que limpa.
Fazer aí colônias. Temos também que povoar, se mestiçar. Ir ao fundo da tribo, da machamba, do baobá.
Inseminávamos.
Era Tete e Nampula, longe de Maputo.
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