Postagem em destaque

"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

domingo, 29 de abril de 2012

Mais um filme do bom!

Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios...o filme espero que ainda menor que o livro do Marçal Aquino que devo comprar em breve, conterrâneo, escritor contemporâneo paulistano e o filme a nos apontar que os paus de arara estão ainda por aí, de cafundós paraenses a Copacabanas, democracia jovem a se madurar, esperar ativamente, mudar....

sábado, 28 de abril de 2012

48 anos

Era eu já um senhorzinho e estranhava quando olhava os da minha idade e os achava velhos, como se eu já não fosse também. Em outras vezes notava alguém mais jovem ou conservado e invejava a ausência de cabelos brancos..."Seja o que for, já nos une"...Acordei e retribuí "no Face", os amigos queridos que postaram, sonhei, andei, fui no comércio na manhã fria e nublada de outono, meu natalício, meu dia, nova "primavera", quantas virão? "Sem desamor, sem intriga"!

Além de Amar, Djavan

Quero esquecer É como nódoa e não sai Nem pra fugir Sair já não me distrai Como extinguir As sobras de uma paixão Retidas no mais secreto vão Tanto a dizer Mas tais palavras não saem Donas de si Para não me verem ruir me traem Eu me perdi e não sei como explicar O que foi que eu fiz além de amar Ou é desamor ou é intriga Seja o que for Já nos desune Se é por amar que a gente briga Bem pode ser ciúme Mas tudo é pouco pra tanto sofrer Sem razão Pra convencer meu coração

terça-feira, 24 de abril de 2012

Fernando Haddad e Luíza Erundina

Nessa manhã essa passou a ser a chapa (Prefeito e Vice Prefeita) dos meus sonhos para a cidade de São Paulo!

domingo, 22 de abril de 2012

Venho no lenho

Há muito
Viajo
Nas veias
desse xilema
Poema

Trato
Os tacos
De madeira
Nutro
De maneira
Agradável

Cuido
Colo
Resino
Pulo

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Música no Centro, Maestro!

Fui no Vigilantes do Peso na Rua São Bento.
Meu peso não caiu, mas não subiu, tanto melhor.
Comprei bolo Laetere (farinha e lascas de amêndoas) no Mosteiro de São Bento, comi filé à parmegiana e dois chopps no Café Girondino.
Na saída, na Praça Antônio Prado, os “Trovadores Urbanos” faziam no coreto uma homenagem ao Rei Roberto Carlos, que por acaso nasceu em Cachoeiro de Itapemirim em 19 de Abril de 1941, portanto hoje faz 71 anos.
Pediram para alguém cantar num microfone que estava lá para isso.
Lasquei meu melhor “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos” e saí feliz com o karaokê improvisado, o canto do público me apoiando e os aplausos.
Voltei pela Barão de Itapetininga e ali logo depois do Teatro Municipal um travesti com peruca gigantesca de arco-íris fazia um showzinho e mandava um Gonzaguinha (“quero sentir a dor dessa manhã, rompendo rasgando, desvirginando a madrugada...”). Fiquei emotivo e deixei 5 mangos na cartolinha que ela usava para coletar as ajudas.
Como já estava na hora, passei no Labaki Cabeleleiros e tosei os caracóis dos meus cabelos. No rádio, o repertório ia da Pitty cantando “o mundo acaba hoje e eu estarei dançando”... até os “Garotos” do Leoni...

Moçambique, Nova América

Nós portugas viemos dando pelo mar até os costados da América, ao norte pelos Açores e ao Sul pela Madeira. Já íamos lá por Mazagão, Guiné, Angola e Moçambique faz tempo. Entonces que os 70 e 80 nós retornamos muitos de Angola e Moçambique. Os brasileiros já os temos por filhos sempre.
E agora vão os portugas brasileiros a colonizar Moçambique.
Notem que aqui a palavra colonizar vem suavizada, esperamos que limpa.
Fazer aí colônias. Temos também que povoar, se mestiçar. Ir ao fundo da tribo, da machamba, do baobá.
Inseminávamos.
Era Tete e Nampula, longe de Maputo.