"Yo soy un hombre sincero, de donde cresce la palma."
"Yo soy latinoamericano y nunca me engaño!"
Yo soy andino, caribeño, you soy chicano!
Yo soy Marcos. Soy fidel.
Soy los caídos en batallas o estafados.
Yo soy del pampa
De la Patagonia y Araucania
Yo soy kaingang y soy txucaramãe
Yo soy el paisano
Soy caipira y caiçara
Yo lo soy.
De Panamá, costarricense y guatemalteco
Soy Nicarágua
Lo soy!
Soy de Marília y Gualeguaychu
Soy paraguayo!
Ciudad del Este és nuestra!
Yo lo soy.
Soy un otro que habla mal
Muchas lenguas!
Españolas y portuguesas
Francesas y inglesas.
Yo soy mi papiamento,
Mi criollo!
Yo sé que mismo usteds
Lo sabrán!
Qui
"Yo sou un hombre sincero"!
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 28 de agosto de 2011
Domingo pé de cachimbo
Pede cachimbo, rede na varanda, uma comida especial, a visita dos amigos.
Pede o prazer de reencontrar o filho, bem.
Pede o relaxamento do jornal dominical.
Pede paz.
Menos trânsito, tv, computador, telefone, menor dispêndio de energia.
Pede menos roupa.
Menos compras.
Domingo é o novo Shabat!
Pede o prazer de reencontrar o filho, bem.
Pede o relaxamento do jornal dominical.
Pede paz.
Menos trânsito, tv, computador, telefone, menor dispêndio de energia.
Pede menos roupa.
Menos compras.
Domingo é o novo Shabat!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Meus nomes
Roberto Cerqueira é profissão
César Corrêa é um heterônimo
Beto, Betinho, Berto, Betão
Bob, Bobinho, Bobão
Roberto é nome antigo
Germânico que significa
“Brilhante na Glória”
E se popularizou na Segunda Guerra
Sobretudo de pais adeptos do nazi-facismo
Porque o Duce em euforia
Exortou italianos a homenagear o Eixo
Roma, Berlim e Tóquio.
César Corrêa é um heterônimo
Beto, Betinho, Berto, Betão
Bob, Bobinho, Bobão
Roberto é nome antigo
Germânico que significa
“Brilhante na Glória”
E se popularizou na Segunda Guerra
Sobretudo de pais adeptos do nazi-facismo
Porque o Duce em euforia
Exortou italianos a homenagear o Eixo
Roma, Berlim e Tóquio.
Agosto em Sampa
Exceto por certos dias gelados
Nosso inverno é ameno
E salvo por uns dias chuvosos
Nosso inverno é bem seco
A despeito de alguns
Poucos porcos, ricaços e fascínoras
Nosso povo é limpinho
Pobre e pacífico
“Minha terra tem” cinemas
Onde ainda cantam metalúrgicos
“As aves que aqui gorjeiam”
São”passarinho”, mano!
Não desgosto desse Agosto!
Nosso inverno é ameno
E salvo por uns dias chuvosos
Nosso inverno é bem seco
A despeito de alguns
Poucos porcos, ricaços e fascínoras
Nosso povo é limpinho
Pobre e pacífico
“Minha terra tem” cinemas
Onde ainda cantam metalúrgicos
“As aves que aqui gorjeiam”
São”passarinho”, mano!
Não desgosto desse Agosto!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Melancholia, de Lars von Trier
Saio lá da Progen no Largo do Arouche e pego carona com um colega num táxi até a Paulista.
Peço para descer e digo que vou ver um filme.
No Cine Livraria Cultura tem o "Árvore da Vida", que vi domingo e gostei.
O outro filme é o "Melancholia".
Charlotte Gainsbourg já é um chamado. Pego para as seis, sala 2, poltrona D3.
Um casamento ritual às vésperas da ruptura amoral, depois a viagem de um planeta que vai bater na Terra.
Duas irmãs díspares alternam amor profundo e ódios passageiros. Os homens (marido e filho de uma delas) são uns pobres "órfãos". As mulheres encaram o fim do mundo de maneiras diversas, uma tratando a morte como libertação de um mundo mal e a outra, a mãe, sofrendo pelo fim da prole, da continuidade.
Melancólico!
E lindo!
Peço para descer e digo que vou ver um filme.
No Cine Livraria Cultura tem o "Árvore da Vida", que vi domingo e gostei.
O outro filme é o "Melancholia".
Charlotte Gainsbourg já é um chamado. Pego para as seis, sala 2, poltrona D3.
Um casamento ritual às vésperas da ruptura amoral, depois a viagem de um planeta que vai bater na Terra.
Duas irmãs díspares alternam amor profundo e ódios passageiros. Os homens (marido e filho de uma delas) são uns pobres "órfãos". As mulheres encaram o fim do mundo de maneiras diversas, uma tratando a morte como libertação de um mundo mal e a outra, a mãe, sofrendo pelo fim da prole, da continuidade.
Melancólico!
E lindo!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Meu Espelho
Nascido em Marília em melhores dias
À sombra do café e de um tio coronel
Correndo atrás de bola e a sonhar futuros
Quis vestir verde oliva para comandar
Rebelde, na caserna eu não me criei
E larguei também a Poli quando me faltou o velho
E da Engenharia Química da Unicamp
Quando quis ser Filósofo
Indisciplinado, pulei do grego ao hebraico
E do inglês pro russo sem nunca conhecer
A fundo Sócrates, Platão nem Aristóteles
"E foi mais uma vontade que ficou prá trás"
O amor e a ambição me fizeram gerente
Pai, homem de indústria e uma nova paixão
Quase arrastou tudo, vissicitudes
Trouxeram-me à metrópole, de novo
Outras tantas aventuras me jogaram
No degredo das costas marroquinas
E a busca da segurança me trouxe de volta
Prá meio ano de desemprego e o molibdênio
Mais de um ano "parado", depois
E aqui, no fretado da Vale, estou
A musa não beijou minha boca
E escriba, cohen, corrêa, eu sou!
"E o meu medo maior
É o espelho se quebrar!"
À sombra do café e de um tio coronel
Correndo atrás de bola e a sonhar futuros
Quis vestir verde oliva para comandar
Rebelde, na caserna eu não me criei
E larguei também a Poli quando me faltou o velho
E da Engenharia Química da Unicamp
Quando quis ser Filósofo
Indisciplinado, pulei do grego ao hebraico
E do inglês pro russo sem nunca conhecer
A fundo Sócrates, Platão nem Aristóteles
"E foi mais uma vontade que ficou prá trás"
O amor e a ambição me fizeram gerente
Pai, homem de indústria e uma nova paixão
Quase arrastou tudo, vissicitudes
Trouxeram-me à metrópole, de novo
Outras tantas aventuras me jogaram
No degredo das costas marroquinas
E a busca da segurança me trouxe de volta
Prá meio ano de desemprego e o molibdênio
Mais de um ano "parado", depois
E aqui, no fretado da Vale, estou
A musa não beijou minha boca
E escriba, cohen, corrêa, eu sou!
"E o meu medo maior
É o espelho se quebrar!"
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Avenida do Café, madrugadinha
Após 2 semanas de interlúdio, retorno ao fretado que pego em frente ao Centro Empresarial do Aço. Chove e faz frio.
Nem tenho 6 meses ainda de Vale Fertilizantes.
Mas as caras conhecidas, os cumprimentos matinais e os papos amenos, principalmente sobre o masculino futebol, trazem uma gostosa sensação de segurança e pertencimento.
Nem tenho 6 meses ainda de Vale Fertilizantes.
Mas as caras conhecidas, os cumprimentos matinais e os papos amenos, principalmente sobre o masculino futebol, trazem uma gostosa sensação de segurança e pertencimento.
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