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domingo, 10 de abril de 2011

Cem (100) dias de Dilma! pelo Estadão

100 dias de Dilma: discreta, presidente imprime pulso firme

1ª mulher a comandar o País consolida marca; ajuste das contas e ameaça de inflação ainda são desafios
Nos discursos, a valorização da mulher
Inflação assombra e câmbio desafia
Analistas veem mudança na política econômica
No 'núcleo duro', só Palocci e Pimentel
Pulso forte para apagar sombra do ‘mito’
Análise: Problema são os outros 1.361 dias
Celso Ming: Os primeiros 100 dias
Mantega no país da fantasia
TV ESTADÃO: 'O melhor que Dilma poderia sonhar'

Cigarro

Diz que a "troca do inferno" foi os ibéricos chegando com cachaça (aguardente, pinga, bagaceira, sei lá o goró de então) e trocando com os índios por tabaco!
Tá feito: um trago e uma tragada!
Adoro!

Mohamed VI não é mais aquele, pau na bunda dele!

Réforme. La monarchie en question
Pouvoirs du roi, son implication dans le business, signaux attendus du palais, mobilisation dans la rue, travail de la commission de réforme de la Constitution… quatre acteurs de différents horizons nous livrent leurs impressions. Débat: le Maroc se reveile!

Fortaleza - Ceará

O Doutor Eládio Pessoa de Andrade, de Sobral, um dos grandes anotomistas do Brasil, e a Dona Lourdes Soares Pessoa, acho que antepassados de Quixadá, são meus padrinhos de crisma. Vão vir de Marília com o Henrique Soares Pessoa, o filho mais velho, "Sapão", "Ceará", Rique...
Azul em Viracopos, rever a capital do Ceará. No caminho vêem minha mãe.
E talvez os veja.
Mas depois eles verão a linda cidade, grande já, 2 milhões o município e 4 milhões quiçá a área metropolitana. E Futuro, Iracema, Dragão do Mar, carne de sol com mateiga de garrafa, e vento bom e Belchior e Fagner, e Chico e Tom. Anysio e Cavalcante.

Eu tô grávida!

Grávida
Arnaldo Antunes

Eu tô grávida
Grávida de um beija-flor
Grávida de terra
De um liquidificador

E vou parir
Um terremoto, uma bomba, uma cor
Uma locomotiva a vapor
Um corredor

Eu tô grávida
Esperando um avião
Cada vez mais grávida
Estou grávida de chão

E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Dar à luz

Eu tô grávida
De uma nota musical
De um automóvel
De uma árvore de Natal

E vou parir
Uma montanha, um cordão umbilical,
um anticoncepcional
Um cartão postal

Eu tô grávida
Esperando um furacão,
um fio de cabelo,
uma bolha de sabão

E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Vou dar a luz

Macapá - Amapá - AP

Macapá é um município brasileiro, capital do estado do Amapá. Localizada no sudeste do estado, é a única capital estadual que não possui interligação por rodovia a outras capitais[7]. Ademais, é a única cortada pela linha do Equador.
Quinta cidade mais rica do Norte brasileiro, o município representa, isoladamente, 2,85% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da região, além de reunir em sua região metropolitana 499.166 sendo a terceira maior aglomeração urbana do Norte.[4] Sua Área é de 6.407 km² representando 4.4863 % do Estado, 0.1663 % da Região e 0.0754 % de todo o território brasileiro[8] Desse total 32,7 km² estão em perímetro urbano.[9]. A cidade representa sozinha 60% da população do Amapá[10] e 3,50% da população de toda a Região Norte do Brasil.[4]
Segundo pesquisas feitas pelo IBGE em 2010, a cidade conta com uma população de 397.913, sendo que 97,92% vivem na zona urbana e 2,08% vivem na zona rural[4] divididos em uma área de 6 563 km², resultando em uma densidade demográfica de 60,62 hab./km²[4]. Macapá vem se destacando entre as maiorias das capitais brasileiras pelo rápido crescimento ecônomico populacional.
A toponímia é de origem tupi, como uma variação de "macapaba", que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região, a bacabeira, de nome científico 'Oenocarpus bacaba Mart.'. Antes de ter o nome de Macapá, o primeiro nome concedido oficialmente às terras da cidade foi Adelantado de Nueva Andaluzia, em 1544, por Carlos V de Espanha, numa concessão a Francisco de Orellana, navegador espanhol que esteve na região.[11]
fonte Wikipédia

Quando eu me encontrava preso é que vi pela primeira vez as tais fotografias

"A Terra é Azul"!
Disse Yúri Gagarin estupefato, olhando a janela em que todos nós gostaríamos de ter estado, os primeiros a verem a Terra Mãe inteira, vista de 200 km, sei lá!
Faz só 50 anos!
Depois, até que bem depois, viriam os pousos lunares de humanos.
Gagari, "coitado", só deu umas orbitadas!
Agora vamos estudar vôos tripulados para Marte.
O homem segue indo mais longe, sem resolver os problemas chãos.