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"Concreto"

Pedra, barro, massa     Mão, calo, amassa! Levanta parede  No ar  D a hora Que se levante! Mora dentro     F ora   Vi...

domingo, 4 de março de 2018

Não é tudo culpa do golpe, mas boa parte sim

São o que são: relacionamentos.
O país fraturado entre esquerda e direita.
As pessoas se chateiam com o jeito que a gente é.
Cada um de nós atravessemos a experiência humana assim solitários.
Na esquerda como na direita.
E há a tecla DEL. Fui deletado.
Recebi varios DEL recentemente. Dei um. Talvez outros se avizinhem.
Culpas minhas só?
Muita culpa deve e será imputada ao Golpe de 2016.
As outras cada um vá resolver com seu analista. Abertura de espírito e tolerância ajudam.
O exílio me foi imposto e aceito.
Nas terras de Tio Sam e Trump, estou menos exposto à avassaladora lavagem cerebral que os que me são caros estão submetidos na Botocúndia.
Sofro por eles.
Mas atiram pedras que os golpistas lhes deram.
Nao sou das pessoas de magoas duradouras.
Nem citarei quem trouxeram à baila.
Aqui meu pensamento vai centrado em sobrevivência e aprimoramento.
A depressão nos ronda.
Estamos cobertos por uma vaga de más noticias verdadeiras, de noticias boas falsas e de muita cooptação.
Eu quero que o Golpe termine logo.
Mas talvez demore muito.
Talvez estará na onda mundial de conservadorismo.
Talvez.
Eu nao imaginaria que um que eu julgava perdido tentaria se achar.
E que os que estavam "confortavelmente" instalados se apequenassem.
Aceno fraternalmente para o dia em que repensem o conluio de suas posições.
Pelo menos uma teve a honradez de se revelar.
No meio disso vinha uma ligação do Brasil.
Quem quer chama.
Eu preciso de amor e o chamo.
Não sei se onde e se virá.
Que façam ouvidos de mercador ou trapaceiem.
Meu coração aberto me faz todo amor.
E união e olho vivo.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

De novo meu celular cai em boas mãos

Saí depois do almoço no sábado.
Um longo recorrido por Socrum, Kathleen, Zephyrhills.
Fui até Tarpon Springs, onde já cheguei pouco antes do crepúsculo.
Havia multidões espalhadas pelo norte de Pinelas.
Um gosto de primavera no Sul dos Estados Unidos.
Não tinha quarto disponível.
Desci até Indian Rocks Beach.
Há muitos indianos operando hotéis por aqui.
Dormi.
Aproveitei a manhã pela praia.
Fiz fotos da areia com suas conchinas moídas e postei no Facebook.
Nadei.
Quando dei por mim, tinha perdido o celular.
Fiquei com aquela chateação.
Não vou contar os percursos, perguntas e demandas que fiz na procura do objeto.
Voltei para casa no domingo à noite.
Na segunda à noite fui comprar um novo celular.
Na terça recebi uma mensagem no Facebook.
De uma mulher chamada Deneen Thuvier Kiley.
Cara boa, casal simpático nas fotos.
Em alguns minutos marquei a volta para lá, ao resgate do celular.
O celular ficou sobre um postezinho, acho que alguém pegou ele do meio da areia e o deixou por perto, esperando o dono.
O casal o viu por lá na segunda.
Na terça estava no mesmo lugar.
Parece ter sido ela a disposta a ajudar o dono perdedor.
Obrigado aos frequentadores da praia, anônimos, que não me roubaram.
E mais ainda ao casal que teve o trabalho de me achar.
Não é a primeira vez que isso me ocorre.
Aconteceu com a família de um tal Pelé de Americanópolis lá em Sampa.
E agora o casal Kiley.
Obrigado, obrigado, obrigado!

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Martírio

Encasqueta.
Meus termos, minhas ideias.
Espera o super homem obediente e criativo ao mesmo tempo.
Too much for me.
Tem hora de querer enfiar a mão no rabo e puxar até rasgar.
Não sei se no dele ou no meu!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

200 mil

Olho o "reloginho" aí do lado.
Depois de tantos anos (mais de dez) esse blog atinge essa marca de visualizações únicas.
Claro que não tive 200 mil pesoas me lendo.
Eu mesmo devo ter me lido por mais de 20 mil vezes.
Tirando minha mãe, o amigo de Marília que se enojou e outros (ex, filhos, parentes, amigos e conhecidos), sobra pouca gente "de fora" que me lê.
Para um escritor frustrado (sim, eu queria um livro impresso, eu queria ir em festas literárias, sim eu queria ser um Chico, um Marçal, um Daniel Galera) é o que tem prá hoje.
Mas para um tipo que vai passar nessa Terra e deixar tão poucas pegadas...sinto que essa colcha de retalhos, essas confissões e confusões são o que são.
Para mim, já foram mais.
Agora está mais esporádico do que nunca.
Mas vive.
Leio sinais vitais.
O pulso pulsa e vejo o embaço no espelhinho da respiração.
Inspira cuidados.
Como o autor.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Orlando

Já fora tantos
Mendonça Júnior
Do Sheakespere
Orfei
Agora
Doce Sábado
No do Reeves

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Lula é condenado em segunda instância

Escrevo no dia 23 de janeiro de 2018 à noite.
Não sei qual dos 4 resultados possíveis dará amanhã.
Mas em todo caso considero Lula condenado.
E daí?
O processo foi uma farsagrotesca criada or mMoro e que serviu de pretexto para inúmeras injustiças e barbaridades impetadras pelo judiciário, MP, PF e trombeteadas pela Globo e Veja e seguidores.
Cansei.
Ou Lula estará na urna eletrônica ou votaremos em um candidato do PT.

E se ganhar esse candidato petista ou se ganhar Alckmin, de uma certa forma nada muda.
O país está em frangalhos e vai demorar a se recuperar.

Crimes foram cometidos, a ignorância muitas vezes cresceu e a reconcialiação com o espelho será um duro processo, lento, custoso.

Os pobres de direita, a classe média burra e os ricos aproveitadores que se fodam.

A gente vai levando!