Não eram mil nomes, mas tinha sido muitos. Antônio Augusto, Tony.
Já quase quinze anos levava por lá sem retornar, quase vinte e cinco que ele emigrara: Sidney e depois Melbourne e outras cidades costeiras da Austrália.
Viera de esposa nova e bonita.
Pareciam felizes, ela como pombinha ele como "cavalo velho com capim novo", cinquenta anos eram 30 antigos, saudades de nossos pais, lembranças de avós, mas sobretudo o presente, amistoso e duradouro.
Fruímos uma vida de pratos fartos, copos cheios de delícias, amores familiares, amizades, convivência tranquilíssima num mundo onde todos tememos violências naturais ou interhumana. Éramos enfim felizes.
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
sábado, 28 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
As sandálias do Mujica
Eis aí os pisantes do presidente do Uruguai, ontem, na posse do novo ministro da economia do pequeno grande país irmão do sul, nossa antiga província Cisplatina. Viva esse velho! Viva a descriminalização do fumo! Os direitos dos gays, o aborto legal e o passado passado a limpo por esse ex tupamaro! Valeu Sr. Mujica! Quem disse que só de pompa e circunstância vive um presidente!
sábado, 21 de dezembro de 2013
La Grande Bellezza
Io sonno giusto arrivato da vedere il nuovo film di Paolo Sorrentino, interpretato da un cast di grandi attori italiani.
Roma si offre indifferente e seducente agli occhi meravigliati dei turisti, è estate e la città splende di una bellezza inafferrabile e definitiva. Jep Gambardella ha sessantacinque anni e la sua persona sprigiona un fascino che il tempo non ha potuto scalfire.
È un giornalista affermato che si muove tra cultura alta e mondanità in una Roma che non smette di essere un santuario di meraviglia e grandezza.
Dame dell’alta società, parvenu, politici, criminali d’alto bordo, giornalisti, attori, nobili decaduti, alti prelati, artisti e intellettuali veri o presunti tessono trame di rapporti inconsistenti, fagocitati in una babilonia disperata che si agita nei palazzi antichi, le ville sterminate, le terrazze più belle della città. Ci sono dentro tutti. E non ci fanno una bella figura. Jep Gambardella, 65 anni, scrittore e giornalista, dolente e disincantato, gli occhi perennemente annacquati di gin tonic, assiste a questa sfilata di un’umanità vacua e disfatta, potente e deprimente. Tutta la fatica della vita, travestita da capzioso, distratto divertimento.
Un’atonia morale da far venire le vertigini. E lì dietro, Roma, in estate. Bellissima e indifferente. Come una diva morta.
Roma si offre indifferente e seducente agli occhi meravigliati dei turisti, è estate e la città splende di una bellezza inafferrabile e definitiva. Jep Gambardella ha sessantacinque anni e la sua persona sprigiona un fascino che il tempo non ha potuto scalfire.
È un giornalista affermato che si muove tra cultura alta e mondanità in una Roma che non smette di essere un santuario di meraviglia e grandezza.
Dame dell’alta società, parvenu, politici, criminali d’alto bordo, giornalisti, attori, nobili decaduti, alti prelati, artisti e intellettuali veri o presunti tessono trame di rapporti inconsistenti, fagocitati in una babilonia disperata che si agita nei palazzi antichi, le ville sterminate, le terrazze più belle della città. Ci sono dentro tutti. E non ci fanno una bella figura. Jep Gambardella, 65 anni, scrittore e giornalista, dolente e disincantato, gli occhi perennemente annacquati di gin tonic, assiste a questa sfilata di un’umanità vacua e disfatta, potente e deprimente. Tutta la fatica della vita, travestita da capzioso, distratto divertimento.
Un’atonia morale da far venire le vertigini. E lì dietro, Roma, in estate. Bellissima e indifferente. Come una diva morta.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Un vestido y un amor - Fito Paez
Te vi
juntabas margaritas del mantel
ya sé que te traté bastante mal
no sé si eras un ángel o un rubí
o simplemente te vi
te vi
saliste entre la gente a saludar
los astros se rieron otra vez
la llave de Mandala se quebró
o simplemente te vi
todo lo que diga está de más
las luces siempre encienden en el alma
y cuando me pierdo en la ciudad
vos ya sabes comprender
es solo un rato no más
tendría que llorar o salir a matar
te vi, te vi, te vi
yo no buscaba a nadie y te vi
te vi
fumabas unos chinos en Madrid
hay cosas que te ayudan a vivir
no hacías otra cosa que escribir
y yo simplemente te vi
me fui
me voy de vez en cuando a algún lugar
ya sé, no te hace gracia este país
tenías un vestido y un amor
y yo simplemente te vi
juntabas margaritas del mantel
ya sé que te traté bastante mal
no sé si eras un ángel o un rubí
o simplemente te vi
te vi
saliste entre la gente a saludar
los astros se rieron otra vez
la llave de Mandala se quebró
o simplemente te vi
todo lo que diga está de más
las luces siempre encienden en el alma
y cuando me pierdo en la ciudad
vos ya sabes comprender
es solo un rato no más
tendría que llorar o salir a matar
te vi, te vi, te vi
yo no buscaba a nadie y te vi
te vi
fumabas unos chinos en Madrid
hay cosas que te ayudan a vivir
no hacías otra cosa que escribir
y yo simplemente te vi
me fui
me voy de vez en cuando a algún lugar
ya sé, no te hace gracia este país
tenías un vestido y un amor
y yo simplemente te vi
sábado, 14 de dezembro de 2013
Irmãos
Um diz que é "Delírio"
Outro que é "lírismo erudito"
Outra não diz que não diz
Mas chama prá posse sonhada
De Desembargadora de Juiz!
Coisa chula de dizer
Daquela uma que nos pariu!
Prazer de ter saído da mesma buça
Mas tenho a língua rota de trapo
A caratonha que não rebuça!
Além disso o cabelo mouro
As talas largas da bunda e do naso!
A pele branca se escondida e trigueira
Se me ponho no sol
Como flor, como vaso!
Meu lugar no mundo é o ninho
Da Cida e Xande a prole
Amor que teso alcança
O que não fácil
O que não é mole!
Outro que é "lírismo erudito"
Outra não diz que não diz
Mas chama prá posse sonhada
De Desembargadora de Juiz!
Coisa chula de dizer
Daquela uma que nos pariu!
Prazer de ter saído da mesma buça
Mas tenho a língua rota de trapo
A caratonha que não rebuça!
Além disso o cabelo mouro
As talas largas da bunda e do naso!
A pele branca se escondida e trigueira
Se me ponho no sol
Como flor, como vaso!
Meu lugar no mundo é o ninho
Da Cida e Xande a prole
Amor que teso alcança
O que não fácil
O que não é mole!
Prima
Que o irmanamento das tragédias paternas te permita o perdão pelas más palavras que escrevi num momento de transtorno profundo...Te vejo? Queiram os deuses de amor que sim, redimidos! Se não, fica em paz com seu esposo, filhos, noras e netos, irmãos, cunhadas, sobrinhos, mãe, primos e amigos, com todos cegos que guias, com todos pobres que ajudas, com as pessoas que encontres na labuta ou na fruição. As palavras más do anonimato vão se dissipando em mim... Natal é renascimento, não quero levar aquilo pela vida, mas tenho minha cruz merecida decorrente da falta de freios de minha cabeça perturbada. Agora só posso desejar Feliz Natal e Próspero 2014! Recebe por fim o espírito da visita que o Zen fez prá mim com a Lú lá na Poli depois do passamento do meu. Sinta o abraço do primo, como recebi tantas vezes o seu, o da sua mãe querida, nutriente do coração como a lembrança da nata (masculina) do leite gordo que nos nutriu!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Dilma vai com Lula, FHC, Collor e Sarney para missa de Mandela
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