Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 9 de junho de 2013
Tão falando mal do PT
Deixa que digam, que falem, eu não tenho nada a dizer e menos a contestar. Deixa que digam, que falem, eu não tô fazendo nada de mais, o que é que há? O que é que tem, eu não tô fazendo nada você também! Sabe que eu tô, aqui, de bobeira, pensando em música e digitando a passos de tartaruga...
Não rola nada
Mata com material genético, aqui não tem mais nada, só umas matinhas, coisas de 3 ou 4 alqueires, encontrei ela, uma mulher das antigas, o filminho do Braz Alécio , "A Quatro mãos", Um casal falando da vida deles, um casal bacana, dona Olinda, foi servente do Instituto, é mulher do Braz, uma figura. Tá com 80 e tantos anos! Pinta, mas tá com Alhezheimer, tô meio bebaço! Sei lá, hum, tá ali, o Ariel sobrinho. E o Gabriel saiu agora agora com uma mulherada, uma galera aí tava aqui em casa agora há pouco, uns maluco aí. Tava aí fechando o computador, amanhã tem um puta show, no Ibirapuera, de graça. Do Pat Metheny, com um cara mexicano, vou ter quer dormir!!!
sábado, 1 de junho de 2013
A pedido do Clóvis Marques Guimarães Júnior de Marília - SP
Meu novo blog
Boa tarde, Betão.
Tudo bem?
Antes de mais nada, um grande abraço e muito obrigado por você ter ajudado a divulgar meu blog sobre áudio, vídeo e assuntos correlatos.
Agora, se possível, peço-lhe que mencione meu novo blog: http://mundodaslutas.criarumblog.com/
Desde já, meu agradecimento e os desejos de um ótimo fim de semana.
Do sempre amigo Clóvis.
Boa tarde, Betão.
Tudo bem?
Antes de mais nada, um grande abraço e muito obrigado por você ter ajudado a divulgar meu blog sobre áudio, vídeo e assuntos correlatos.
Agora, se possível, peço-lhe que mencione meu novo blog: http://mundodaslutas.criarumblog.com/
Desde já, meu agradecimento e os desejos de um ótimo fim de semana.
Do sempre amigo Clóvis.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Era uma vez na Anatólia
Uma aula de cinema. Sem blá blá blá. Imagens e mais imagens contando a história. E tenho dito!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Bonitinha mas ordinária
O filme de Moacyr Góes acerta, entre outras coisas, no elencasso: João Miguel, Leandra Leal, Gracindo Júnior, Letícia Collin, Ângela Leal, León Góes, André Valli, etc.
Mas o final não é muito rodriguiano...
Mas o final não é muito rodriguiano...
Oscar Schmidt luta contra câncer no cérebro...
...juro que eu pensava que o "Mão Santa" não tinha nada na cabeça...
Desculpem a piada, mas como dizia o Otto Lara Resende "O mineiro só é solidário no câncer" e como eu não sou mineiro...não pudia perder a piada. Saúde, Oscar!
Desculpem a piada, mas como dizia o Otto Lara Resende "O mineiro só é solidário no câncer" e como eu não sou mineiro...não pudia perder a piada. Saúde, Oscar!
Rolândia, Norte do Paraná (copiada da Wikipedia)
História [editar]
A cidade de Rolândia foi fundada pela “Companhia de Terras Norte do Paraná”, subsidiária da “Paraná Plantation Ltda”, cujos donos eram ingleses. No dia 29 de junho de 1934, iniciou-se a construção da primeira casa no perímetro urbano, o Hotel Rolândia. Daí para frente as construções se sucederam e uma próspera vila emergiu no local da mata. Nascia Rolândia.
A fama da fertilidade da “Terra Roxa” se espalhou por todos os rincões do país e o Norte do Paraná ficou sendo conhecido como a Canaã Brasileira. Logo, estrangeiros mineiros, paulistas e filhos de imigrantes alemães radicados em Santa Catarina e Rio Grande do Sul estavam povoando e construindo Rolândia. Os imigrantes estrangeiros foram direcionados a se estabelecerem aqui, ou por alguma Sociedade que cuidava da imigração, ou por orientação da própria Companhia de Terras.
Dos imigrantes estrangeiros que colaboraram no desenvolvimento de Rolândia, destacam-se japoneses, alemães, italianos, portugueses, espanhóis, sírio-libaneses, húngaros, suíços, poloneses, tchecos, austríacos, entre outros. O nome de Rolândia é de origem germânica, nome dado em homenagem a Roland, legendário herói alemão, que na Idade Média guerreava ao lado de seu tio, Carlos Magno, e seu lema era lutar pela “Liberdade e Justiça”.
Após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha foi assolada por uma grande crise econômica. Alguns políticos alemães, interessados em solucionar os problemas, principalmente dos filhos dos pequenos lavradores, criaram Companhias com objetivo de incentivar a imigração. Entre estas se destacou a “Companhia Para Estudos Econômicos Além-Mar”. Esta Companhia teve como 1º Presidente o Ministro Alemão Hans Luther, e alguns anos após, Erich Koch-Weser assumiu a presidência. Neste período muitas Companhias Colonizadoras Inglesas ofereciam terras aos interessados em imigração, entre elas, a “Paraná Plantation Ltda.” que possuía duas filiais no Brasil, A “Companhia de Terras Norte do Paraná” e a “Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná”.
Ao assumir a presidência da Companhia para Estudos Econômicos Além-Mar, Erich Koch-Weser convidou Oswald Nixdorf para estudar junto à “Paraná Plantation”, um local ideal para dar início a uma colonização alemã no Brasil. (1931): Escolhido o local, em 1932, Nixdorf é contratado pela Companhia Alemã, com a finalidade de seguir para o Brasil e aqui orientar os imigrantes alemães. No início, os imigrantes que se dirigiram ao Brasil eram basicamente constituídos de filhos de agricultores ou pessoas que queriam tentar a sorte em outro país.
Contudo, a partir das perseguições políticas, religiosas e raciais, desencadeadas pelo Nazismo, o tipo de imigrante mudou. Todo aquele que, de uma maneira ou de outra, temia a política repressiva do Nazismo procurou sair da Alemanha. Políticos, religiosos e alemães-judeus (estes quase todos com cursos universitários) vão engrossar o número daqueles que procuraram vir para Rolândia. Em 1934, inicia-se na Alemanha uma restrição à imigração. Até então, o valor que cada imigrante poderia levar consigo era de dez mil marcos. Com a restrição, este valor caiu para dez marcos. A Companhia de Terras logo encontrou a solução, a da PERMUTA.
Como a Companhia de Terras precisava de material para levar a Estrada de Ferro até Rolândia e a Alemanha possuía este material (trilhos etc), ficou combinado que o dinheiro do imigrante ficaria na própria Alemanha. O imigrante compraria o material ferroviário que a Companhia de Terras precisava e em troca recebia títulos que equivaliam a terras em Rolândia. Graças a esta forma de permuta, a Companhia de Terras conseguiu o prolongamento da Estrada de Ferro até Rolândia. Em janeiro de 1935 aqui chegava pela primeira vez a famosa Maria Fumaça.
A contribuição dos imigrantes estrangeiros e dos migrantes brasileiros foi de fundamental importância no desenvolvimento de nossa cidade. Os primeiros anos foram de muitas dificuldades, mas a vontade de vencer e de sobreviver fez do pioneiro um forte, verdadeiro herói anônimo, que além de tudo teve que suportar as agruras decorrentes da Segunda Guerra Mundial.
Rolandia, a exemplo de outras cidades brasileiras, cujos nomes eram de origem germânica, teve que mudar seu nome(assim como Cambé). Em 30 de dezembro de 1943, ao mesmo tempo em que era criado o município de Rolândia, o nome foi trocado para Caviúna. Somente em 1947 é que retornou o antigo nome Rolândia. Hoje, aos 68 de sua fundação, podemos dizer que Rolândia é uma cidade humana, cuja riqueza ainda é proveniente da agricultura.
No começo, os cafezais é que geravam a riqueza; hoje, a diversificação da agricultura se faz presente com destaque na soja, milho, trigo, cana de açúcar e laranja. Rolândia conta ainda com uma empresa frigorifica, uma cooperativa agropecuaria, uma usina de álcool, um setor pecuarista e parque industrial fortes.
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