Minha carne é de carnaval
O meu coração é igual
Minha carne é de carnaval
O meu coração é igual
Minha carne é de carnaval
O meu coração é igual
Aqueles que têm uma seta
e quatro letras de amor
por isso onde quer que
eu ande em qualquer pedaço
eu faço
um campo grande
um campo grande
um campo grande
Composição: Paulinho Boca de Cantor, Marais Moreira e Galvão
Eu não marco toca
eu viro toca
eu viro moita
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
domingo, 2 de maio de 2010
Acabou Chorare
Acabou chorare, ficou tudo lindo
De manhã cedinho, tudo cá cá cá, na fé fé fé
No bu bu li li, no bu bu li lindo
No bu bu bulindo
No bu bu bulindo
No bu bu bulindo
Talvez pelo buraquinho, invadiu-me a casa, me acordou na cama
Tomou o meu coração e sentou na minha mão
Abelha, abelhinha...
Acabou chorare, faz zunzum pra eu ver, faz zunzum pra mim
Abelho, abelhinho escondido faz bonito, faz zunzum e mel
Faz zum zum e mel
Faz zum zum e mel
Inda de lambuja tem o carneirinho, presente na boca
Acordando toda gente, tão suave mé, que suavemente
Abelha, carneirinho...
Acabou chorare no meio do mundo
Respirei eu fundo, foi-se tudo pra escanteio
Vi o sapo na lagoa, entre nessa que é boa
Fiz zunzum e pronto
Fiz zum zum e pronto
Fiz zum zum
Composição: Galvão e Moraes Moreira (Novos Baianos)
De manhã cedinho, tudo cá cá cá, na fé fé fé
No bu bu li li, no bu bu li lindo
No bu bu bulindo
No bu bu bulindo
No bu bu bulindo
Talvez pelo buraquinho, invadiu-me a casa, me acordou na cama
Tomou o meu coração e sentou na minha mão
Abelha, abelhinha...
Acabou chorare, faz zunzum pra eu ver, faz zunzum pra mim
Abelho, abelhinho escondido faz bonito, faz zunzum e mel
Faz zum zum e mel
Faz zum zum e mel
Inda de lambuja tem o carneirinho, presente na boca
Acordando toda gente, tão suave mé, que suavemente
Abelha, carneirinho...
Acabou chorare no meio do mundo
Respirei eu fundo, foi-se tudo pra escanteio
Vi o sapo na lagoa, entre nessa que é boa
Fiz zunzum e pronto
Fiz zum zum e pronto
Fiz zum zum
Composição: Galvão e Moraes Moreira (Novos Baianos)
Brasil Pandeiro
Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor
Eu fui na Penha, fui pedir ao Padroeiro para me ajudar
Salve o Morro do Vintém, pendura a saia eu quero ver
Eu quero ver o tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar
O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato
Vai entrar no cuzcuz, acarajé e abará;
Na Casa Branca já dançou a batucada de ioiô, iaiá
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Há quem sambe diferente noutras terras, outra gente
Um batuque de matar
Batucada, Batucada, reuni vossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressão que não tem par, ó meu Brasil!
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Ô, ô, sambar, ô ô sambar...
Sambô sambô, sambar...
Autor: Assis Valente
Eu fui na Penha, fui pedir ao Padroeiro para me ajudar
Salve o Morro do Vintém, pendura a saia eu quero ver
Eu quero ver o tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar
O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato
Vai entrar no cuzcuz, acarajé e abará;
Na Casa Branca já dançou a batucada de ioiô, iaiá
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Há quem sambe diferente noutras terras, outra gente
Um batuque de matar
Batucada, Batucada, reuni vossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressão que não tem par, ó meu Brasil!
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Ô, ô, sambar, ô ô sambar...
Sambô sambô, sambar...
Autor: Assis Valente
Resposta
Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou...
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta...
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...
Composição: Samuel Rosa e Nando Reis
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou...
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta...
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...
Composição: Samuel Rosa e Nando Reis
Lula, magnanimamente, nos livrou do 3o mandato
01 de maio de 2010 | 20h 27 Carolina Freitas, da Agência Estado
Lula chora ao falar da vida pós-Planalto em festa de 1º de Maio da CUT'
Vou continuar morando no mesmo apartamento, na mesma distância do sindicato que me projetou para a política e das empresas em que fiz as greves mais maravilhosas do País', diz.
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva controlou a fala para não desobedecer a lei eleitoral em seu terceiro e penúltimo discurso em evento sindical do Dia do Trabalho. À vontade na comemoração de 1º de Maio da entidade sindical em que iniciou a carreira política, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Lula foi interrompido várias vezes ao longo do discurso de 30 minutos por um coro de "Dilma, Dilma", em apoio à pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff. A petista passou o Dia do Trabalho ao lado de Lula. "A legislação não me permite falar em candidatos", disse Lula em discurso, sendo interrompido pelo coro. E lamentou: "Eu não posso falar."
Lula chora ao falar da vida pós-Planalto em festa de 1º de Maio da CUT'
Vou continuar morando no mesmo apartamento, na mesma distância do sindicato que me projetou para a política e das empresas em que fiz as greves mais maravilhosas do País', diz.
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva controlou a fala para não desobedecer a lei eleitoral em seu terceiro e penúltimo discurso em evento sindical do Dia do Trabalho. À vontade na comemoração de 1º de Maio da entidade sindical em que iniciou a carreira política, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Lula foi interrompido várias vezes ao longo do discurso de 30 minutos por um coro de "Dilma, Dilma", em apoio à pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff. A petista passou o Dia do Trabalho ao lado de Lula. "A legislação não me permite falar em candidatos", disse Lula em discurso, sendo interrompido pelo coro. E lamentou: "Eu não posso falar."
Gil, meu filho cadete
Tem 13. É espontâneo e sorridente.
Na maior parte do tempo não quer outra vida a não ser fotografar e colocar as fotos num Flickr.
Hoje quis almoçar comigo, a mulher e o outro filho sem fome.
Fomos por aí, de moto, eu ali naquela vontade de matar a saudade do restaurantezinho coreano, feio e gostoso, que sempre íamos ali ao lado do Colégio Santa Inês no Bom Retiro.
Meia costela, delícias (kim chi, siri mole, omeletinhos, algas, salada, pasta de missô, arroz ao estilo japonês, muita pimenta, brotos de soja, macarrão de arroz, e costela bovina sem nenhuma gordura, marinada em doçura, bem assada na brasa, como eles cortam tão bem?) ...
Pena hoje eles não terem as fatias de melancia (já deve ter acabado a estação, né?), sempre tão doces, para terminar a refeição.
Gil insistiu em irmos até a Liberdade comprar lindos e gostosos marshmellows recheados japoneses (ou seriam chineses, hoje os chinas fazem tudo que os outros orientais faziam).
Regateei, mas fui.
No final foi impossível, cheio de ruas contra mão e um trânsito turístico meio infernal.
Ele ficou chateado.
Mas um pai passear com seu filho, de moto, no sol, tranquilos, curtindo a vida, não tem preço!
Na maior parte do tempo não quer outra vida a não ser fotografar e colocar as fotos num Flickr.
Hoje quis almoçar comigo, a mulher e o outro filho sem fome.
Fomos por aí, de moto, eu ali naquela vontade de matar a saudade do restaurantezinho coreano, feio e gostoso, que sempre íamos ali ao lado do Colégio Santa Inês no Bom Retiro.
Meia costela, delícias (kim chi, siri mole, omeletinhos, algas, salada, pasta de missô, arroz ao estilo japonês, muita pimenta, brotos de soja, macarrão de arroz, e costela bovina sem nenhuma gordura, marinada em doçura, bem assada na brasa, como eles cortam tão bem?) ...
Pena hoje eles não terem as fatias de melancia (já deve ter acabado a estação, né?), sempre tão doces, para terminar a refeição.
Gil insistiu em irmos até a Liberdade comprar lindos e gostosos marshmellows recheados japoneses (ou seriam chineses, hoje os chinas fazem tudo que os outros orientais faziam).
Regateei, mas fui.
No final foi impossível, cheio de ruas contra mão e um trânsito turístico meio infernal.
Ele ficou chateado.
Mas um pai passear com seu filho, de moto, no sol, tranquilos, curtindo a vida, não tem preço!
1o de Maio
Data que lembra tantas lutas!
Tá certo que hoje já estamos no dia 2, mas ontem teve festa, Lula com sua gayabera, dona Marisa, Dilma e Marta num palanque sindical, revivals. Não sei se no mesmo, mas Milton Nascimento gordo como um "sapo pedrator" ainda cantaou lindamente, perdido entre tantos Luans Santanas...
Hoje a cidade ensolarada, a ciclovia e o Ibirapuera cheios, uma maratona internacional com a Globo por trás, festa!
Peguei o carro e fui conhecer o Tramo Sul do Rodoanel. Taboão, Embu, Itapecerica, Guarapiranga, Bilings, voltei pela Rodovia Imigrantes e Avenida Bandeirantes, trânsito intenso mas tudo tranquilo...
É Sol, é calor!
Manhãzinhas de Maio!
Fim de semana que vem, as Mães!
"Alguma coisa acontece no meu coração..."
Tá certo que hoje já estamos no dia 2, mas ontem teve festa, Lula com sua gayabera, dona Marisa, Dilma e Marta num palanque sindical, revivals. Não sei se no mesmo, mas Milton Nascimento gordo como um "sapo pedrator" ainda cantaou lindamente, perdido entre tantos Luans Santanas...
Hoje a cidade ensolarada, a ciclovia e o Ibirapuera cheios, uma maratona internacional com a Globo por trás, festa!
Peguei o carro e fui conhecer o Tramo Sul do Rodoanel. Taboão, Embu, Itapecerica, Guarapiranga, Bilings, voltei pela Rodovia Imigrantes e Avenida Bandeirantes, trânsito intenso mas tudo tranquilo...
É Sol, é calor!
Manhãzinhas de Maio!
Fim de semana que vem, as Mães!
"Alguma coisa acontece no meu coração..."
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