Sensação repisada ou renovada, pouco importa!
Importa ter quinta e sexta "livres", para assar pernil longamente e pensar no ano, no que se finda e no ano que virá. Para encher meu IPod de meus cedês, de estar com o irmão recém separado e o sobrinhos, ambos carentes.
Carentes de amor como eu!
Estou amando minha família, meu país, meu emprego e essa cidade que tem sido tão difícil nessas "caminhadas" longas e repetitivas de manhã e mais longas no retorno de Suzano à tarde.
Mas, "tudo vale a pena" se a alma não é pequena.
Minha alma parece ser muito grande, sem falsa modéstia.
Diário Esporádico: escrito por ROBERTO CORRÊA DE CERQUEIRA CÉSAR, um engenheiro escritor, taurino, pai de dois meninos (por quanto tempo ainda?), com cabelo embranquecendo e caindo, ficando cada dia mais cego!
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"Concreto"
Pedra, barro, massa Mão, calo, amassa! Levanta parede No ar D a hora Que se levante! Mora dentro F ora Vi...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Filhos
"Melhor não tê-los...mas se não tê-los, como sabê-lo..."
O Vina sabia, e os fez, muitos mais que eu, até a velhice!
Sofro com meus dois, mas se não fosse isso eu estaria sentindo uma falta danada do trabalhão que eles me dão!
O Vina sabia, e os fez, muitos mais que eu, até a velhice!
Sofro com meus dois, mas se não fosse isso eu estaria sentindo uma falta danada do trabalhão que eles me dão!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Bodas de Ouro
Dia 12 de Dezembro meus pais teriam comemorado essa efeméride.
Muito antes, em 1979, eles se divorciaram.
Depois meu pai foi assassinado, em 1984.
Mas pensei nele no sábado de manhã, falei sobre isso com minha mãe e irmã (a primeira nem se lembrava e a segunda nem sequer sabia a data, que eu lembro por estar gravada nas alianças que o casal usou por muito tempo e que eu na infância lia de vez em quando por dentro).
Pensei em quanto seria bom completar os ciclos, o casal ser homenageado pelos filhos, netos, sobrinhos e amigos. Ode à sobrevivência num mundo de escombros e relações emocionais efêmeras.
Mas a vida é feita de incompletudes, mais que de finalizações.
Mais de derrotas (que infelizmente geralmente são jogadas para debaixo de um tapete de esquecimento) que de vitórias retumbantes.
No carro, com meu filho, olhei para o banco de trás e pisquei para o vazio, como se meu pai acompanhasse seu ignoto neto à Liberdade!
Muito antes, em 1979, eles se divorciaram.
Depois meu pai foi assassinado, em 1984.
Mas pensei nele no sábado de manhã, falei sobre isso com minha mãe e irmã (a primeira nem se lembrava e a segunda nem sequer sabia a data, que eu lembro por estar gravada nas alianças que o casal usou por muito tempo e que eu na infância lia de vez em quando por dentro).
Pensei em quanto seria bom completar os ciclos, o casal ser homenageado pelos filhos, netos, sobrinhos e amigos. Ode à sobrevivência num mundo de escombros e relações emocionais efêmeras.
Mas a vida é feita de incompletudes, mais que de finalizações.
Mais de derrotas (que infelizmente geralmente são jogadas para debaixo de um tapete de esquecimento) que de vitórias retumbantes.
No carro, com meu filho, olhei para o banco de trás e pisquei para o vazio, como se meu pai acompanhasse seu ignoto neto à Liberdade!
sábado, 12 de dezembro de 2009
Brasil
Ufano-me do Brasil, antes de tudo, por ter nascido aqui.
Aqui essa língua entrou em mim.
Assim eu sou brasileiro descendente de ibéricos, mais que tudo.
Mas múltiplo, pois aqui me fiz, entre tantos outros, italiano, árabe e japonês.
A convivência me fez ucraniano e alemão, me fiz francês e coreano, boliviano e chileno, me fiz peruano, argentino e equatoriano, venzuelano e colombiano, uruguaio e paraguaio.
Bom brasileiro cosmopolita é um pouco de tudo, com todos conviveu, tudo viu, viveu de relances costumes alheios.
Somos holandeses, suíços, finlandeses, letos, estonianos, lituanos, russos e bielorrussos, ugro fineses e magiares, mongóis como o são os nossos índios, bérberes, guanches, luxemburgueses e polacos, suevos, pomeranos, sudetlândios, africanos todos, somalis e etíopes, sudaneses e angolanos, guineenses e moçambicanos.
Somos a raspa da calda do fundido do cadinho são dessa mixórdia.
Do lodo nasce o lótus.
Aqui essa língua entrou em mim.
Assim eu sou brasileiro descendente de ibéricos, mais que tudo.
Mas múltiplo, pois aqui me fiz, entre tantos outros, italiano, árabe e japonês.
A convivência me fez ucraniano e alemão, me fiz francês e coreano, boliviano e chileno, me fiz peruano, argentino e equatoriano, venzuelano e colombiano, uruguaio e paraguaio.
Bom brasileiro cosmopolita é um pouco de tudo, com todos conviveu, tudo viu, viveu de relances costumes alheios.
Somos holandeses, suíços, finlandeses, letos, estonianos, lituanos, russos e bielorrussos, ugro fineses e magiares, mongóis como o são os nossos índios, bérberes, guanches, luxemburgueses e polacos, suevos, pomeranos, sudetlândios, africanos todos, somalis e etíopes, sudaneses e angolanos, guineenses e moçambicanos.
Somos a raspa da calda do fundido do cadinho são dessa mixórdia.
Do lodo nasce o lótus.
Homenagem a Ataulfo Alves
Na Cadência do Samba
Tom: Bm
Bm Em
sei que vou morrer não sei o dia
F#7 Bm
levarei saudades da Maria
B7 Em
sei que vou morrer não sei a hora
A7 D F#7
levarei saudades da Aurora
Bm F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
A7 D
mas o meu nome ninguêm vai jogar na lama
F#7 Bm
diz o dito popular morre o homem fica a fama
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
Tom: Bm
Bm Em
sei que vou morrer não sei o dia
F#7 Bm
levarei saudades da Maria
B7 Em
sei que vou morrer não sei a hora
A7 D F#7
levarei saudades da Aurora
Bm F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
A7 D
mas o meu nome ninguêm vai jogar na lama
F#7 Bm
diz o dito popular morre o homem fica a fama
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
F#7
quero morrer numa batucada de bamba
Bm
na cadência bonita do samba
Credo da Fé Renovada
Creio em minha existência e na minha capacidade de resolver os problemas que crio e outros que o Universo me sujeita.
Creio na existência dos que me rodeiam, nesse tempo e nesses lugares onde vou.
Creio que minha alma existe enquanto existo e na possibilidade remota de vida eterna do espírito, seja lá que batatada isso seja.
Creio em discos voadores e alienígenas.
Não creio que Deus perca tempo comigo e como ele é indescritível deixo Ele quieto.
Creio que nasce um esperto por minuto e um otário por segundo.
Creio que vou morrer, não sei o dia nem a hora, e que levarei saudades da Maria e da Aurora!
Creio que existem mais coisas entre o céu e a terra que supomos e que há Universos dentro de um átomo.
Creio mesmo que este Universo é um átomo de Universos muito maiores.
Creio que nada sei e que adoro ter tido essa vida para crer em tudo isso.
Creio na existência dos que me rodeiam, nesse tempo e nesses lugares onde vou.
Creio que minha alma existe enquanto existo e na possibilidade remota de vida eterna do espírito, seja lá que batatada isso seja.
Creio em discos voadores e alienígenas.
Não creio que Deus perca tempo comigo e como ele é indescritível deixo Ele quieto.
Creio que nasce um esperto por minuto e um otário por segundo.
Creio que vou morrer, não sei o dia nem a hora, e que levarei saudades da Maria e da Aurora!
Creio que existem mais coisas entre o céu e a terra que supomos e que há Universos dentro de um átomo.
Creio mesmo que este Universo é um átomo de Universos muito maiores.
Creio que nada sei e que adoro ter tido essa vida para crer em tudo isso.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Resende
Vou por aí, fundir tortas, chinês Chang na Clariant, Ecochamas.
Outro dia falei das tietáicas águas, agora vou nas Paraibanas do Sul...
Onde fica o divisor de águas?
Com certeza aqui pertinho!
Logo depois de Guararema!
Umas águas indo lá para Buenos Aires e outras para Atafona!
E quase se cruzando a poucos quilômetros daqui.
Caprichos do relevo, caprichos do mundo, isso é que é bonito, o Universo nos surpreende a cada momento que nossa curiosidade é satisfeita.
Outro dia falei das tietáicas águas, agora vou nas Paraibanas do Sul...
Onde fica o divisor de águas?
Com certeza aqui pertinho!
Logo depois de Guararema!
Umas águas indo lá para Buenos Aires e outras para Atafona!
E quase se cruzando a poucos quilômetros daqui.
Caprichos do relevo, caprichos do mundo, isso é que é bonito, o Universo nos surpreende a cada momento que nossa curiosidade é satisfeita.
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